Meu novo artigo para o Webinsider está gerando uma série de respostas interessantes, incluindo muitas contribuições para o formato que estou propondo. Abrir este post para receber as respostas e incrementar o debate.
Afinal, quanto cobrar?
Quanto vale o meu trabalho? Quanto posso cobrar do meu cliente? Como devo cobrar? Uma das questões mais recorrentes das listas WD, finalmente vira artigo.





23 comentários ↓
Parabéns pelo artigo “Quanto Cobrar?” publicado no site Web Insider.
Com toda certeza esta é uma questão bastante difícil para o profissional novato ou aquele que deseja ganhar uma grana extra.
Só gostaria de observar que talvez a forma de cálculo apresentado sobre os gastos do profissional pode interferir em uma cobrança desproporcional ao valor real de mercado para o serviço orçado. Isso por que os gastos pessoais variam de pessoa para pessoa, isto é óbvio, dependendo do nível social de cada um.
O que me parece mais confiável seria realmente perguntar a amigos ou colegas do ramo quanto costumam cobrar ou quanto cobrariam para determinado serviço. Como também poderia ser fazer alguns orçamentos com empresas daí tirar uma média do quanto é cobrado. É verdade que muitas empresas não oferecem orçamentos sem antes conhecerem o cliente através de reuniões, mas existem outras que o fazem até por meio de e-mail ou telefone.
Para um profissional novato, inexperiente, é difícil prever quantas horas ele irá gastar em determinado projeto, principalmente se é um projeto totalmente novo, que tenha que começar do zero. Neste caso, estimar o valor por hora e disser para o cliente que em tantos dias/meses o projeto estará pronto é bastante arriscado. Normalmente não se consegue cumprir o cronograma, principalmente se o projeto não é trabalhado em equipe.
Por falar em trabalho em equipe, este é um fator que deve ser bem observado, mesmo que estejamos falando de projeto desenvolvido por Pessoa Física. Afinal, ocorre de colegas de trabalho, faculdade e até mesmo de listas de discussão unirem-se para desenvolvimento de um projeto.
Então, quanto pagar para cada membro da equipe?
Acho que enquanto a experiência não chega, o bom senso tem que ser muito mais utilizado. E quais os parâmetros do bom senso? Ai vai de cada um. Pois cada um pode reconhecer seu grau de experiência, disponibilidade de tempo e complexidade do que está sendo solicitado pelo cliente.
Abraços
Albedis de Almeida
Visite: http://www.paginageraç.com/vivafeliz http://www.paginageral.com/opiniaogeral
Caro Lent, mais uma vez, parabéns pelo seu trabalho.
O artigo está claro e objetivo. As dicas acerta, em cheio.
Só acho que faltou uma coisa.
“A idéia é simples: se você tiver trabalho durante o mês inteiro, você vai ter dinheiro para tudo o que você precisa. Pronto, você tem o valor da sua hora de trabalho.”
E se não tiver trabalho o mês inteiro? Ou melhor, considere as horas que você trabalha e não recebe.
Criando novos produtos, networking, administrando o negócio, vendendo, cuidando da saúde, comendo, cagando,…
Acho que quando chegamos no custo hora, devemos estimar um ‘percentual de ocupação’, das horas. Assim, se você trabalha para os clientes 120 horas das 160 que tem, diante do calculo que você apresentou brilhantemente (precisa das outras 40 horas para as ações supracitadas) ainda vai receber uma renda adequada. De outra forma, você acaba trabalhando 10, 12 14 horas até.
Pessoalmente, dobro o valor da hora. Isso me traz muitas vantagens. Menos horas de trabalho para alcançar a mesma renda, mais gordura para cortar na hora de negociar, maior lucro nos meses mais movimentados, são apenas algumas.
O que você acha?
Estimas,
Renato Fridschtein
Nossa michel, só tenho que lhe dar os parabéns. Osseu artigo sobre quanto cobrar realmente me esclareceu uma dúvida que vem atrás de mim há anos
rsrsrsrs.
Eu ja tinha uma ideia + ou - mais nunca soube com clareza o quanto cobrar por um projeto.
Meus parabéns mesmo pela simplicidade do texto e pela grande quantidade de hipóteses que você abrangeu.
Forte abraço!
Aguardo seu próximo texto =)
Michel, eu já tinha lido um artigo seu ha um tempao dando esse mesmo caminho pra cobrar.
Apliquei e baixei a minha hora de trabalho, isso ja deve ter uns 2 ou 3 anos, nao sei bem, mas posso testemunhar que passei a pronunciar o valor dos meus frilas com muito mais tranquilidade. Ficou justo. Só tenho uma lei interna, grana só no final “nem fodeindo, meu”. A não ser que o cliente seja empresa grande daquelas que pagam os sofridos 30 dias fora o mês. Senão, metade antes de começar. SE não for assim, o cliente nao se copmpromete com nada e nao tem pressa de ver, acabar etc, a gente toma muito toco. Mas a continha é esa mesmo. Beijo. DD
Michel, a AMI vem há algum tempo estudando a criação de uma tabela de salários que sirva como referência ao mercado. OUtro ponto MUITO importante que precisa ser endereçado é a realização de concorrências. Abs MS
Fala Marcelo,
Acho muito legal a idéia da tabela de salários. Esse sim é um ponto que pode ser ‘normatizado’. A questão complica quando se tenta tabelar preços dos projetos. Ai perde totalmente o sentido tentar criar qualquer tipo de referência, me parece.
Abraço!
Mestre,
O tema assusta a todos os profissionais freelancers, principalmente aqueles que estão começando. Sem deixar de lembrar que depois do “cobrar” vem o “medo do calote”.
Sempre que escrevo sobre isso, esbarro ainda na questão tributária, séria aqui no Brasil, e na maturidade de diversos mercados com os quais transacionamos. Hoje aí no mercado deve estar saindo um orçamento para um novo portal de uma grande multinacional e da rede de locadoras de algum bairro de São Paulo…
Ok, ok…são empresas diferentes. Mas o público leitor é o mesmo.
Lá no http://www.carreirasolo.org temos alguns artigos que tratam do tema. Gostaria muito de dividir as opinões com você Michel e todos os leitores.
fala michel. cara, você nunca vai se lembrar de mim, mas sou do tempo da promit. até fui eleito qualquer coisa da promit em mg (não me lembro mais). anyway…
cara, muito bacana o seu artigo. eu venho praticando isso há um bom tempo.
a única coisa que tenho brigado pra mudar com os clientes aqui no brasil é o ponto do “choro”. isso é uma característica muito brasileira. com meus clientes no exterior raramente rola o episódio “choro”. no brasil o papo já começa por ele. é impressionante.
o duro é que a coisa é tão cultural que a gente coloca um “over” do choro (e o cliente já sabe) e o cliente chora (só pra tirar o “over”). se os dois abrissem mão desse capítulo ridículo do processo o preco ia terminar no mesmo valor e todo mundo ia ganhar tempo. o duro é fazer acontecer.
http://www.bressane.com | http://www.bressane.com/blog | http://www.pixelretouch.com
Discordo em parte do texto; tem alguns serviços que não se deve cobrar só PELA HORA TRABALHADA, mas também pelo USO que aquele trabalho vai ter.
É o caso de criação de imagens, ilustrações etc.
Posso demorar 1 HORA para criar uma ilustração ou imagem, mas vou cobrar R$ 1.000,00, R$ 2.000,00 ou R$ 5.000,00 por ela, dependendo do uso que ela vai ter (estampada em produtos, uso não comercial pelo cliente, uso em um website etc.).
Um conselho a todos: CUIDADO COM ESSE NEGÓCIO DE COBRAR POR HORA, para não se tornarem ESCRAVOS de clientes inescrupulosos e sabidinhos de plahntão.
Ilustradores e designers, inscrevam-se na lista Ilustrasite - envie e-mail para ilustrasite-subscribe@yahoogroups.com
pedindo para se inscrever.
Grande abraço a todos!
Belíssimo Artigo! Meus Parabéns Colega!
só temos que observar o seguinte… para o profissional Novato, está esclarecido de como cobrar.
E o Profissional Intermediário? que está pescando informações no meio de leões, leopardos e hienas?
Eu depois de muito tempo, elaborei uma Planilha em dot net que calcula valor do projeto. E na Planilha tem ítens de projeto, valor-hora a ser cobrado, tecnologia etc.
Voltemos a remar… !!! :p
[]´s
Caro Michel, tenho uma empresa de desenhos técnicos e por experiência, estabelecemos 2 fatores para cobrança de nossos serviços: necessídades do escritório e valor percentual em relação ao trabalho. É evidente que o valor percentual no caso do desenho técnico não pode exceder aquilo que o cliente pode pagar, exemplo: obra pequena e complexa pode gerar muito tempo para finalizar e o custo do projeto vai pro espaço e pode ocorrer o inverso também: pouco tempo de projeto, mas de uma obra grande. Daí a sua dica é interessante, mas ter outro parâmetro também é necessário.
Forte abraço e continuemos na luta
A coisa mais ridícula ki já vi… c num sabe oque falar é melhor fikar de boca fechada… néhhh… ?!
ki ridículo…
c fosse assim todos ki possuem o mesmo padraum de vida ganhariam o mesmo salário independente do emprego ki tivesse…
ki ridículo…
cada parte de um projeto tem seu valor independente das horas dedicadas ao mesmo…
mesmo pq é quase impossível definir qnts horas serao necessárias pra criação de layout prá uma empresa que naum esteja apoiada numa campanha publicitaria…
ki ridículo…
naum sou nenhum profissional… nem formado ainda… nem tenho tanto tempo de experiencia…
ao menos sei eskrever direito…
masss ainda assim… eu teria vegonha de ser o colunista…
só mais uma coisa…
ki ridiculo…
Marcelo Domingues
aihhh… deus…
o cara ainda é “dono” da 10′minutos…
ond esse mundo vai parar…
Marcelo,
Você não é profissional, nem formado ainda, nem tem experiência, mas “iskreve” muito bem e já tem argumentos suficientes pra achar certo ou errado a forma de cobrar. Parabéns!
Quer minha sugestão? Escreva você um artigo sobre como cobrar e depois me manda que eu publico aqui mesmo no ViuIsso ou converso no WebInsider pra colocar lá.
Viva a liberdade de expressão.
Um abraço, Michel
Sem dúvida…
obrigado pela oportunidade… masss estou me informando a respeito do assunto…
como vc mesmo disse em outras palavras… é um assunto muito complicado de se tratar… por isso aparece em infinitas colunas… reportagens… etc…
estou tentando abranger esse assunto em minha monografia… primeiramente por ser o meu maior problema durante toda a minha atuação na área de web…
caso seja aceito o tema… terei um prazer imenso em disponibiliza-la na web… masss ainda assim… por mais completa e detalhada ki ela possa estar… naum acredito ki existirá uma fórmula… e se existir… naum durará por muito tempo… assim como tudo na web… as transformações saum constantes e vc mais ki eu… sabe disso…
Desculpe minha indignação… as ofenças saum direcionadas a matéria… naum á vc…
abraço.
Olá Michel,
Foi uma grande surpresa encontrar aqui publicado o meu comentário sobre a matéria, enviado para seu e-mail. Não sabia que possuia este blog, pois acesso os artigos pelo WebInsider. Contudo, imagine você que estava pesquisando pelo MSN busca e encontrei listada meu comentário em seu site. É como já publicado em meu site: “A internet é realmente uma grande teia. Você acessa para ler as últimas notícias ou para buscar seu saldo bancário e quando percebe está navegando em outros lugares.”
Grande Abraco e sucesso.Agora já sei o caminho!
Oi Michel
Felizmente alguma alma caridosa já havia me passado esta dica valiosíssima que tem até nome: capacidade produtiva. E é muito bom saber que este tipo de cálculo que eu estou usando há algum tempo funciona perfeitamente e que também é usado por alguém com sua tarimba.
Valeu, brother!
Gostei das dicas, realmente a muita coisa q devemos levar em cosiderção, para q possamos executar um trabalho
Excelente artigo, parabéns!
Cobrar por horas pode ser uma maneira…
mas vc pode juntar outras formas e chegar num orçamento..
por exemplo, se o seu trabalho, segundo seus calculos de horas, der R$3.000, mas o cliente nao tenha condiçoes de pagar, vc vai dar o desconto pra nao perder.
Tb temos q ver logo a “cara” do cliente… vc chega na empresa e vê q eh um depósito minusculo, parecendo abandonado.. vc pensa: “to ferrado, esse cara nao tem grana”… nessas horas tem q pensar igual prostituta, se o cara chega com um fusca eh diferente do q chegar com um honda civic.
meu primeiro trabalho foi um inferno. Trabalho de mais, grana de menos. O pior, peguei um cliente terrível, daqueles “mão-de-vaca” enjoado! Queria mexer no layout da maneira dele.. e me pagou R$600 chorando, R$50 por semana, pra um site com 200 produtos…
marinheiro de primeira viagem eh phoda, desculpa a expressao eheheh
abraços
Puts… sei ki sou chato… masss vamos lá…
discordo do comentário acima…
na parte de desconto… eu por exemplo naum compro nada de ken me der desconto… significa que o cara inicialmente estava tentando me roubar… ou pra ser menos agressivo… estava tentando tirar vantagem…
pq ninguém dá desconto prá sair no prejuizo… o preço deve ser úniko e inalterável(num sei nem se existe essa palavra)…
concordo com a prostituição na nossa área… e é prá essas putinhas ki perdemos grandes projetos e akeles ki seriam nossos clientes perdem grandes negócios…
Abraços
Nossa…nao costumo comentar nesses artigos q leio nem nada…
mas esse seu de “quanto cobrar”…eu estava levando essa pergunta comigo faz um bom tempo, mto bom seu artigo
parabens
Muito bom realmente este artigo. Parabéns ao Michel que sanou de uma forma simples e sutil uma das maiores indagações dos webmasters: quanto devo cobrar por este site???
Parabéns pela iniciativa e continue divulgando suas experiências com pessoas que estão iniciando como eu, onde tive um bom panorama para me sentir mais seguro sobre quanto cobrar, como cobrar e de quem cobrar.
Muito obrigado…
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