
A minha palestra hoje no Festival Caribe no Panamá correu bem, apesar de ter sido a minha primeira em espanhol. Interessante ver o coletivo publicitário latinoamericano reunido aqui e ver realmente o tamanho que o Brasil tem e as suas diferenças com os demais países da região em termos de volume. Na criatividade, palmas para o trabalho argentino. Assisti a uma apresentação da construção da marca Quilmes (INBEV) que foi uma verdadeira aula de branding e de boa criação publicitária. De arrepiar.
Fiquei encarregado de tocar no tema digital, sendo o único a falar de publicidade online. Olhando para os números movimentado pela região (com a exceção de México e Argentina), realmente é compreensível o baixo interesse pelo assunto. Se ainda há pouco interesse no Brasil, imagine com volumes infinitamente menores. Não que eu ache justificável, mas acho compreensível.
O interessante é que, independente da publicidade, o mercado digital por aqui está definitivamente atrasado se você considerar que a classe alta está toda conectada. Os sites mais básicos não existem, estão terrivelmente mal feitos ou mesmo ainda em construção. O HSBC por exemplo, tem uma página temporária.
Foi como voltar a 1994, com a diferença que por aqui já está todo mundo no Facebook.
Em breve vou postar a palestra aqui.
Então, Michel, aquela coisa de ‘você não faz, faço eu, hein!” se aplicaria? Afinal, seus horizontes e objetivos se ampliam nos últimos meses, correto? Você tá precisando de um jatinho particular, urgente…
uma navegada pelo google.com.pa já é suficiente para nos interarmos da web no Panamá… do tempo do Netscape.
Olá Michel, tudo bem?
Pelo que você está percebendo no Panamá ( e acredito que pode ser também juntar os outros países da mesma região), essa parte da América é um mercado a se explorar tanto na publicidade quanto na web ou pelo contrário, ainda é um mercado a se educar e a ensinar?
Um grande abraço!
Acho que são mercados pra se educar, ensinar e, por que não, explorar.
Estão todos sob profunda transformação. Acho que vão explodir em mais alguns anos.
Abs, M