September 30, 2010•Tags: caboré, ogilvy•Comments Off•2,912 views
Foi um ano bacana até aqui. Muita ralação, reconhecimento nos festivais, conquistas de contas e o principal: resultados para os clientes. Mais uma. Acabou de chegar aqui na agência a gaiolinha dourada vazia com a carta contando que a Ogilvy Brasil foi indicada à Agência de Propaganda do Ano do prêmio Caboré. Somente a indicação já é um baita reconhecimento da dedicação de todos da agência e do que ela vem se propondo a fazer. Mas não tá bom ainda. Seguindo a filosofia do ‘mad men mor’, David Ogilvy, nunca tá bom. É o chamado ‘Divine Discontent‘. Na foto, ‘Seu David’ e a gaiolinha vazia. Veja a lista com as demais categorias e indicados.
Que o iPhone é popular não resta dúvida, mas qual é realmente o tamanho da sua popularidade? Esse infgráfico criado pela BillShrink ilustra o mercado americano de smartphones e mostra o panorama mundial. Do total de telefones celulares em todo o mundo, a fatia da Apple não passa de 2% (Nokia 40%). Por outro lado, olhando para o mercado de aplicativos, 99.4% de todos os apps vendidos no mundo são para a plataforma iOS. E se o objetivo ao se ter um smartphone é poder contar com apps, ter domínio do mercado pode ser mesmo a chave para o sucesso. Veja que o maior concorrente do iPhone, o Blackberry (que nos EUA é o mais popular), não está estruturado em cima do conceito de apps, mas apenas em torno do email. (Via Jacqueline Lafloufa para o BlueBus)
O iPad foi considerado em seu lançamento como o grande potencial salvador da queda da circulação das revistas. Como plataforma digital (sem custo de impressão e distribuição) e com interatividade, seria um contra-ponto essencial na contra-mão da queda de vendas das revistas nas bancas. Mas agora que os primeiros números de vendas das revistas digitais saíram, parece que a solução ainda está longe de se concretizar. Isso já era sabido. A questão é o tamanho da disparidade. Para se equivaler com o mercado editorial impresso, será necessário vender 900 milhões de revistas para iPad, a um preço médio de US$4.99. O que dá uma média de 54 revistas por usuário de iPad por ano. É claro que o mercado vai crescer, mas será que a gente chega lá? Veja o infográfico publicado pelo The Wall. (Via BlueBus)
Batendo forte nos dois principais defeitos atuais do iPad, a RIM apresentou hoje seu tablet, o BlackBerry PlayBook. O vídeo de demonstração bate nos principais problemas do iPad como falta de multitask, suporte a Flash e dificuldade de pairing. O device além de tudo parece muito bonito do ponto de vista de design. Dizer que ele será um iPad ‘killer’ para mim é muita pretensão, porque fora todas as questões técnicas, a plataforma iOS já conta com um ecossistema de aplicativos quase imbatível, mas se ele chegar a incomodar a Apple e fazer com que ela se preocupe em melhorar o iPad já terá sido um golaço. E aí? Vai se animar a comprar um? (Via Gizmodo)
Se fosse para escolher um único assunto para prestar atenção no Brasil, seria entender bem o que está acontecendo com a economia do país, olhando para mobilidade econômica da nova classe média brasileira. Veja este ótimo documentário feito pela Limo Inc. O estudo é de 2008, mas o assunto só ganhou em importância.
Khai poderia ser considerado um criativo ‘velha guarda’ pela sua história. Mas quanto mais eu aprendo sobre o processo criativo, mais percebo que ele independe de mídia, idade ou mindset. É algo que é muito mais universal do que a gente percebe, até que encontra pessoalmente alguém com a bagagem do Khai, ouve o que ele tem a dizer e se lembra o quanto temos a aprender uns com os outros, independente de background. Eu tive o prazer de estar com ele em uma de suas visitas ao Brasil e ouvir seus sábios conselhos do alto de alguém com muita história e que respira criação 24hs por dia por todos os escritórios da Ogilvy mundo afora. Agora, temos a oportunidade de ver Khai falando sobre seu processo criativo neste video da série de vídeos Create or Else da Ogilvy. Muito bacana.
A consultoria de marcas Interbrand divulgou seu ranking anual das 100 marcas mais valiosas do mundo. E, a despeito de todo hype que vivemos no mundo digital, a lista das mais valiosas continua encabeçada por marcas de ‘tijolos’. No top 10, apenas Microsoft e Google representam empresas de software ‘puro’. Um ótimo toque de realidade para iluminar nosso dia. (Via BlueBus)
#NBC2010 Reinventar uma agência nao é copiar outras agências 18:29
O último evento no NBC 2010 foi o debate sobre Agências em Transformaçao. No palco, Robert Riccardi e Gareth Kay, da Goodby, Guga Ketzer, da Loducca, e Carlos Eyer, da Santa Clara, e Marcelo Queiroz como moderador. Todos em geral tinham opinioes semelhantes sobre os temas propostos – para onde estao indo as agências, a funçao dos prêmios e a importância da colaboracao. Foi consenso que nao existe uma única verdade sobre a evoluçao do mercado. Mais cedo, a Goodby tinha reconhecido que mudou por medo. E mudou rápido – em apenas 2 anos. Por perceber o efeito que a Crispin teve no mercado e ver que nao seriam capazes de criar os mesmos tipos de soluçoes que a Crispin passou a oferecer. Ou seja, a Goodby mudou porque corria o risco de se tornar irrelevante. 14/09 Patricia Marinho
O cenário mudou, temos novas mídias, as linhas de on e off estao sumindo… Sem dúvida as agências precisam se reinventar. Mas a velocidade e a direçao da mudança variam em funcao da fisolofia da agência, independente do seu tamanho ou da sua origem. O certo seria identificar: no que aquele conjunto de pessoas que trabalha junto acredita? No que ele é realmente bom? A partir daí trabalha-se na busca do modelo que funciona, sem copiar outras agências que nao têm as mesmas pessoas, e busca-se parceiros certos para completar a agência nos serviços que ela nao consegue oferecer. Isso tudo sem esquecer de que a discussao do modelo é apenas um meio para se buscar as melhores ideias, as que têm força suficiente para serem mais do que um filme e sim um case criativo que se torne parte da cultura que gere vendas. 14/09 Patricia Marinho