ViuIsso? Por Michel Lent

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Qual é a câmera mais popular do mundo? Canon? Nikon? Que tal Apple?

March 26, 2011 Tags: , , , Comments Off 3,302 views

Sim, é verdade. A câmera do iPhone é a mais usada do mundo para se tirar fotos, segundo monitoramento do Flickr que examina o EXIF de cada foto e depois contabiliza uma série de fatores, entre elas, os dispositivos mais populares. Somados os números dos iPhone 3 e 4, a Apple sobe para o topo da lista da marca de câmera mais utilizada no mundo do Flickr (uma excelente amostragem da realidade) ultrapassando 45 milhões de fotos enviadas por usuários. ( Infográfico criado pela The Next Webvia Debora Schach no BlueBus)

Bem apontado pelo Merigo no Brainstorm #9, a coisa mais importante anunciada hoje não foi o lançamento do iPad 2, mas um vídeo que mostra o que este tablet conseguiu realizar em menos de um ano de mercado. É claro que o vídeo é uma ode ao iPad e à Apple, mas o que ele aponta é o quão poderosa é o impacto que os tablets já estão causando nas nossas vidas. Talvez a mais poderosa das revoluções tecnológicas até hoje: a soma de hardware e sistema operacional absolutamente simples de se usar, com um universo infinito de aplicações e utilidades trazidas para nós pela força do ecossistema de desenvolvedores.

Senhoras e senhores, sejam bem-vindos ao ano 1 do iPad e dos tablets.

O estado delicado de saúde de Steve Jobs nos preocupa a todos, mesmo os que não temos ações de Apple. De uma forma ou de outra, muito do que conhecemos e usamos hoje no mundo relacionado à tecnologia saiu deste cara e das pessoas das equipes que ele liderou nos últimos 25 anos.

Às vésperas do seu aniversário e com seu real estado de saúde uma incógnita, eis que surge uma simpática homenagem para este grande homem. Um cartão de melhoras/aniversário colaborativo, para que todas as pessoas do mundo que queira mandar seu ‘melhoras, Steve’ o possam fazer e saber que ele vai receber estas mensagens no dia 24 em que completa 56 anos.

GetWellSteve.com – melhoras, Steve! Tá aí uma empresa .COM bacana. :)

Antecipado por muitos, o anúncio da união da Nokia com a Microsoft para a briga pelo share de mercado dos dispositivos não chega a ser uma surpresa, mas será uma batalha dura de vencer para as duas gigantes. Isto porque, o futuro dos dispositivos está agora dependente do design e dos ecossistemas de desenvolvedores de aplicativos.

A nova guerra foi iniciada em janeiro de 2007 com o lançamento do primeiro iPhone e a criação do primeiro ecossistema funcional para desenvolvedores de aplicativos. O iPhone vendeu assustadoramente e ganhou o market share que ganhou não apenas pelo charme de Steve Jobs e a mágica de marketing da Apple. Ganhou pelo seu maravilhoso design, mas principalmente pela janela para um mundo virtualmente de possibilidades criado a partir da soma das possibilidades dos mundos dos apps. Use um app de medicina e o iPhone se torna um instrumento de trabalho. Coloque um set de efeitos digital e ele vira um equipamento de um guitarrista. Coloque um app de alfabetização e ele virá um poderoso instrumento de educação. A chegada do iPad, inaugurando de verdade o mercado dos tablets, só potencializou este universo de possibilidades.

Na mesma batida, chegou o Android com uma diferença profunda e fundamental: liberdade de hardware. No mundo Android, não existe a ditadura da Apple e você pode combinar um universo também fortíssimo de aplicativos com o hardware da sua preferência. Assim como a Microsoft fez nos anos 90. Mas os tempos são outros.

O avanço de iOS e Android pegou de frente tanto a Nokia, quanto a Microsoft e mudou suas realidades em menos de 5 anos.

A Microsoft, apesar de presente no mundo mobile desde os tempos do Pocket PC em 2000, não conseguiu seduzir o universo de desenvolvedores como fizeram a Apple e o Google.
A Nokia por sua vez sofreu duplamente. Apostando em seu OS e hardwares próprios, passou a enfrentar fogo pesado em todas as frentes. Não foi a única fabricante a enfrentar com esta nova configuração, mas sua perda de mercado foi certamente a mais emblemática, saindo de uma posição de liderança absoluta para uma crise sem precedentes. A plataforma está em chamas. O que faria a Nokia para se reinventar?
Hoje tivemos a resposta já antecipada por muitos: uma associação com a Microsoft, que por usa vez também luta para manter vivo sua plataforma Windows Mobile. O que resultará desta união?

A resposta se divide em duas.

Para a Microsoft tudo vai depender do quanto mais ela vai conseguir mobilizar o mercado de desenvolvedores independentes. Será que há como recuperar o terreno perdido? Há espaço para um terceiro ecossistema de aplicativos tão forte quanto iOS e Android? É possível que as empresas líderes em vendas como a Rovio efetivamente cheguem venham a adaptar seus apps também para Windows Mobile (como parece que será o caso de Angry Birds este ano), mas certamente não será o caso do ecossistema por completo. Os pequenos desenvolvedores vão precisar escolher suas plataformas e devem ficar com as mais fortes e sem a rica cauda longa de opções o sistema perde encanto.

Para a Nokia, tudo dependerá do design e do hardware. Utilizando um sistema operacional não proprietário e enfrentando concorrentes, caberá à gigante torcer muito para que o Windows Mobile efetivamente mobilize o mundo dos desenvolvedores e tirar da cartola os mais lindos e poderosos aparelhos que se puder imaginar, uma vez que ela estará agora rodando um sistema e dependendo de um universo de apps disponível também para outros concorrentes.

Esta deverá ser a dinâmica, não apenas para a Nokia, mas para todos os demais fabricantes de hardware existentes: apostar em uma das duas principais plataformas abertas (Android e Windows Mobile) e investimento pesado em design e hardware para conseguir o mais poderoso e econômico dispositivo que puderem fabricar.

Como fica a RIM/BlackBerry nesta equação? Apostando em hardware e OS próprios se vê numa configuração similar à da Nokia e deve vir a enfrentar problemas nos próximos anos, mas por hora se vê extremamente bem estabelecida dentro do mercado corporativo com seu foco no sistema de dados e serviços de email e já busca alternativas de flexibilização.

Assistindo a tudo isso de camarote, fica a Apple, que parece ter entendido ou mesmo inventado este modelo lá atrás e agora guarda seu fantástico espaço de mercado. Sofrerá com o avanço de Android e Windows Mobile? Certamente, mas já funciona dentro da dinâmica hardware, design e aplicativos necessária para brigar e garantiu um pedaço deste incrível mercado gigantesco que é mais do que suficiente pra deixar seus usuários, desenvolvedores e acionistas felizes.

67% dos aplicativos para iOS (iPhone, iPod e iPad) disponíveis na App Store da Apple são pagos com um custo médio de 2,43 dólares. As principais categorias são jogos e livros. Veja um raio-x dos mais de 300 mil aplicativos existentes criado pela turma do App of the Day. (Via Debora Schach no BlueBus).

Google Chrome OS x Apple iOS, é o Windows x Mac 20 anos depois

December 9, 2010 Tags: , , , , , , , Comments Off 1,826 views

A semelhança entre a recém-lançada Chrome Web Store do Google e a iTunes Store da Apple, não é mera coincidência. O visual dos tablets Android e Apple também não. Apesar de serem duas empresas com atuações em áreas muito diferentes (Google nas buscas, Apple no hardware), há sim uma grande área em comum onde a briga só está esquentando, num mundo onde o PC perde cada vez mais relevância frente aos dispositivos móveis (smartphones e tablets). Total revival de Windows x Mac lá pelos idos da década de 90.

Google Chrome Web Store

Apple iTunes Store

Windows 3.1 interface, início dos anos 90

Mac OS System 7, começo dos anos 90

O que seria da Apple sem suas invenções recentes?

October 24, 2010 Tags: , 5 comentários 3,141 views

Se Apple não tivesse diversificado sua linha de produtos a partir da invenção do iPod no começo dos anos 2000, ela não estaria batendo os recordes de lucratividade e de valorização de suas ações, trimestre após trimestre. Para ser mais preciso, 60% de sua receita hoje não existia 3 anos atrás.

Para se ter uma idéia do poder de suas inovações recentes, o produto que trouxe mais receita no último quarter foi o iPad, algo que nem existia no começo desse ano. No gráfico abaixo originalmente feito pela Asymco, eu fiz uma brincadeira tirando todos os produtos de inovação e deixando apenas Macs, software e periféricos para vermos com clareza de onde vem o sucesso atual da companhia. (Via @ElisaAraujo).

Que o iPhone é popular não resta dúvida, mas qual é realmente o tamanho da sua popularidade? Esse infgráfico criado pela BillShrink ilustra o mercado americano de smartphones e mostra o panorama mundial. Do total de telefones celulares em todo o mundo, a fatia da Apple não passa de 2% (Nokia 40%). Por outro lado, olhando para o mercado de aplicativos, 99.4% de todos os apps vendidos no mundo são para a plataforma iOS. E se o objetivo ao se ter um smartphone é poder contar com apps, ter domínio do mercado pode ser mesmo a chave para o sucesso. Veja que o maior concorrente do iPhone, o Blackberry (que nos EUA é o mais popular), não está estruturado em cima do conceito de apps, mas apenas em torno do email. (Via Jacqueline Lafloufa para o BlueBus)

iPhone 4: This Changes Everything. Again.

June 7, 2010 Tags: , Comments Off 3,876 views

Steve Jobs anunciou hoje o lançamento do iPhone 4 com hardware e software totalmente redesenhados. É um novo salto na categoria dos smartphones e a Apple, mais uma vez, virou uma página na história do design. O novo iPhone começa a ser vendido ainda este mês custando a partir de  US$ 199 (modelo básico, 16GB). Veja tudo sobre o novo iPhone no site da Apple.

O poder do HTML5 (Apple HTML5 Showcase)

June 5, 2010 Tags: , 4 comentários 4,364 views

Como parte de sua argumentação de que o Flash não é mais necessário e que é possível se construir ótimas interfaces usando o HTML5, a Apple montou um pequeno showcase em seu site mostrando várias podersosas características da versão 5 do HTML. Impressionante como com o HTML5 fica tudo com cara de Apple ou tudo da Apple tem essa cara justamente porque usa o HTML5.

Veja aqui o showcase. Para garantir uma boa experiência, é necessária a versão mais recente do Safari.

(Via Mashable)