Este infográfico da F@stCompany tenta resumir em uma tela as diferentes formas de se fazer dinheiro atualmente usando a internet. O texto introdutório do gráfico diz (em livre tradução): “Graças à internet, o dinheiro agora é de graça, se você for esperto o suficiente para saber onde procurar por ele. Ou se você não é esperto, mas tem um amigo inteligente que te mostrou este infográfico.” Pois bem, tá aí o gráfico pra vocês. E o “amigo inteligente” que me mostrou o gráfico foi a Debora Schach no BlueBus.
O vídeo ilustra bem o que tem sido a vida de quem vive muito as redes sociais atualmente. Eu me sinto bastante como o carinha aí de baixo. E você? (Via Debora Schach no BlueBus)
Quem aí se lembra do Vignette? Plataforma parruda usada por grande parte dos maiores portais do mundo no começo dos anos 2000. Fora usar Vignette, se alguém precisasse de um CMS (content management system) tinha praticamente nenhuma opção (alguém lembrou de ColdFusion?). Estávamos na era pré-Wordpress. Apresentado para o mundo em 2004, o sistema que a princípio era usado apenas como uma plataforma de blog se tornou na realidade e um simples e poderoso sistema de gerenciamento de conteúdo extremamente popular, com mais de 11 mil plugins e infinitos templates criados por uma poderosa comunidade de desenvolvedores, e hoje funciona como o CMS de nada menos do que 8,5% de todos os sites do mundo. Nada mal para 6 anos de vida. Veja o infográfico criado pela Infographic Labs com o resumo da história do WordPress. (Via BlueBus).
Que o iPhone é popular não resta dúvida, mas qual é realmente o tamanho da sua popularidade? Esse infgráfico criado pela BillShrink ilustra o mercado americano de smartphones e mostra o panorama mundial. Do total de telefones celulares em todo o mundo, a fatia da Apple não passa de 2% (Nokia 40%). Por outro lado, olhando para o mercado de aplicativos, 99.4% de todos os apps vendidos no mundo são para a plataforma iOS. E se o objetivo ao se ter um smartphone é poder contar com apps, ter domínio do mercado pode ser mesmo a chave para o sucesso. Veja que o maior concorrente do iPhone, o Blackberry (que nos EUA é o mais popular), não está estruturado em cima do conceito de apps, mas apenas em torno do email. (Via Jacqueline Lafloufa para o BlueBus)
#NBC2010 Reinventar uma agência nao é copiar outras agências 18:29
O último evento no NBC 2010 foi o debate sobre Agências em Transformaçao. No palco, Robert Riccardi e Gareth Kay, da Goodby, Guga Ketzer, da Loducca, e Carlos Eyer, da Santa Clara, e Marcelo Queiroz como moderador. Todos em geral tinham opinioes semelhantes sobre os temas propostos – para onde estao indo as agências, a funçao dos prêmios e a importância da colaboracao. Foi consenso que nao existe uma única verdade sobre a evoluçao do mercado. Mais cedo, a Goodby tinha reconhecido que mudou por medo. E mudou rápido – em apenas 2 anos. Por perceber o efeito que a Crispin teve no mercado e ver que nao seriam capazes de criar os mesmos tipos de soluçoes que a Crispin passou a oferecer. Ou seja, a Goodby mudou porque corria o risco de se tornar irrelevante. 14/09 Patricia Marinho
O cenário mudou, temos novas mídias, as linhas de on e off estao sumindo… Sem dúvida as agências precisam se reinventar. Mas a velocidade e a direçao da mudança variam em funcao da fisolofia da agência, independente do seu tamanho ou da sua origem. O certo seria identificar: no que aquele conjunto de pessoas que trabalha junto acredita? No que ele é realmente bom? A partir daí trabalha-se na busca do modelo que funciona, sem copiar outras agências que nao têm as mesmas pessoas, e busca-se parceiros certos para completar a agência nos serviços que ela nao consegue oferecer. Isso tudo sem esquecer de que a discussao do modelo é apenas um meio para se buscar as melhores ideias, as que têm força suficiente para serem mais do que um filme e sim um case criativo que se torne parte da cultura que gere vendas. 14/09 Patricia Marinho
Esse negócio de criativo usando Mac em agência não é mesmo de hoje. Veja nessa foto que o pessoal da Sterling Cooper, agência dos anos 60 retratada no seriado MadMen, já usava MacBooks desde aquela época. (Via Jacqueline Lafloufa no BlueBus)
O site Instant Oil Spill faz chegar à qualquer site a mancha de óleo do golfo do México. É só colocar a URL e ver o site coberto de petróleo. Ao final do ‘vazamento’ vem mensagens de conscientização ecológica. A iniciativa é parte do movimento ‘A Cleaner Future’, um projeto e parceria da GreenerMedia e Mark&Phill. (Via BlueBus).
Através de uma API batizada de Google Font, esta semana o Google disponibilizou 18 fontes que podem ser utilizadas em páginas HTML e não dependem das fontes instaladas no sistema do usuário. São 18, mas isso é só começo. Se a coisa decolar, certamente virão inúmeras opções pela frente e com elas, o fim da ditadura das fontes de sistema nos sites, algo que desde o início do HTML até agora não havia sido bem resolvido e fazia com que webdesigners dependessem do uso de imagens recortadas ou interfaces em Flash para escapar da mesmice. E isso vai jogar álcool na briga contra o Flash encabeçada pela Apple.
Tudo o que você sempre quis saber sobre a Web 3.0, ou a Web Semântica, mas tinha vergonha de perguntar em um documentário de Kate Ray Tim Berners-Lee, Clay Shirky, Chris Dixon, David Weinberger, Nova Spivack, Jason Shellen, Lee Feigenbaum, John Hebeler, Alon Halevy, David Karger, Abraham Bernstein. Via Fernanda Pellegrini no BlueBus. Em inglês.