IT’S YOUR TIME para participar do novo book da Benetton

As United Colors of Benetton tão marcadas na nossa memória por mostrar rostos dos mais diferentes etnias, ganharam um tom ainda mais humano e verdadeiro com o projeto IT’S :MY:TIME, uma competição de casting mundial para escolher as novas caras da campanha. Virtualmente qualquer pessoa no mundo pode participar e concorrer através de votação popular para os 100 lugares daqueles que irão fazer parte do novo book e aqueles 20 que farão o novo catálogo outono/inverno da marca.

O investimento da Benetton em casting para o projeto não podia ser mais interessante: cupons de 200 euros em compras para os 100 primeiros colocados e viagens para Nova York para os 20 que farão o catálogo e serão clicados pelo top fotógrafo de moda Josh Olins.

Muito conveniente para a Benetton, que amplia seu horizonte de casting, se aproxima ainda mais da verdade no conceito de ‘United Colors’, gasta pouco com casting e ainda se beneficia da mídia expontânea que é criada a partir da gincana mundial que eles organizaram para encontrar novos rostos dispostos a trabalhar em troca da oportunidade de serem descobertos.

A criação é do grupo de pesquisa em comunicação da própria Benetton, ‘Fabrica‘.

Ficou interessado(a)? Ainda dá pra participar. Ou pelo menos conhecer o site maravilhoso e votar.

(Via @aleferreira)#mce_temp_url#

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Nelson Motta e o fim da música (da fotografia, do vídeo, etc)

Nelson Motta fala hoje em sua coluna no Estadão, sobre a facilidade de se produzir música hoje em dia e como o mundo está sendo inundado com porcaria, uma vez que ficou muito simples e barato se produzir este tipo de conteúdo depois da digitalização da informação e o barateamento das ferramentas de produção.

Eu acrescento que, se isso vale para a música, certamente se estende para outros tipos conteúdo como fotografia e vídeo, e mesmo textos (blogs), podcasts, etc. Trata-se da democratização das ferramentas de produção em um mundo digitalizado.

Mas se é verdade que o acesso popular às ferramentas produz muito lixo (e produz mesmo), também considero verdade que da quantidade vem a qualidade. Essa democratização permite tanto o aparecimento de novos talentos, que antes não tinham acesso ou não chegavam aos filtros de publicação (gravadoras, editoras, jornais, etc), quanto também permite o aprimoramento da técnica. Vamos usar o exemplo da fotografia: para se aprender a fotografar é necessária muita tentativa e erro e, há pouco mais de 10 anos, errar significava gastar filme e dinheiro. Hoje quem tem interesse na fotografia, erra a vontade com sua câmera digital praticamente sem custo nenhum.

Concordo com o genial Nelson Motta que pode haver pouco horizonte no mundo de novidades da música e o mesmo valeria para as outras mídias mas acho que, no momento em que popularizamos e democratizamos tanto estas ferramentas estamos abertos à probabilidade de que coisas geniais apareçam de onde menos esperamos, simplesmente por uma questão estatística: da quantidade vem a qualidade.

Assim acredito eu, com todo respeito, Seu Nelson. 🙂

Leia a coluna do Nelson Motta abaixo.

Nelson Motta e o fim da música

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UDA: Máquina de profissionalizar virais

Anote aí. Isso é revolucionário.

Google pensa em sistema de distribuiçao de publicidade entre usuarios 14:28 O Google entrou com um pedido de registro de patente de um novo sistema de distribuiçao de publicidade, o user-distributed advertisements ou UDA. A ideia é que anuncios possam ser enviados na internet manualmente de usuario para usuario – num email, postado num blog, num forum etc. A descriçao do sistema diz que seria interessante poder distribuir publicidade de maneira dirigida, mas ao mesmo tempo manual, desde que se consiga fazer isso em escala. Sugere um esquema de “recompensa para estimular a distribuiçao dos anuncios”, que poderiam ser monitorados e ter seus resultados medidos. Dica do Advertising Lab. 28/08 Blue Bus

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