Heidies 15MB of Fame, GP Cyber Cannes 2007

Pra quem não viu ainda a ação da agência FarFar para o cliente Diesel que ganhou um Grand Prix na categoria Cyber em Cannes este ano, aqui está o vídeo resumo da ação.

Vale a pena visitar o site da campanha e conhecer o projeto em detalhes:

http://www.diesel.com/lockin

E aqui está a lista completa dos vencedores da categoria Cyber:

http://www.canneslionslive.com/cyber/

Com essa, encerro a minha “cobertura” do festival de Cannes de 2007. Nos vemos no ano que vem. 🙂

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Grand Prix de filme em Cannes: a justiça foi feita

Revertido o que foi, pra mim, uma grande confusão no ano passado, quando um filme ganhou o Grand Prix na categoria Cyber em Cannes. Este ano, foi justamente um viral para a internet que ganhou o GrandPrix na categoria filme.

Questionando, os jornalistas, sobre a escolha de um comercial que haveria sido veiculado antes na internet para depois ir parar na TV, tiveram como resposta que o nome da categoria é “film” e não “TV” e, portanto, não importa onde foi veiculado o comercial e sim a sua idéia.

O vencedor do GP este ano foi o filme “Evolution” para Dove. Assista abaixo.

(Via BlueBus)

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Mugnaini: Reflexões sobre Cannes e a internet BR

Sergio Mugnaini, diretor de criação da Almap, está em Cannes e me mandou este texto com suas reflexões sobre o festival e o papel dos prêmios no desenvolvimento do mercado de internet brasileiro:

O Mercado virtual?

Acabei de ver alguns comentários sobre a premiação em Cannes e queria discutir alguns pontos. O primeiro deles que esse texto é um comentário que não diz respeito à agência na qual eu trabalho, mas sim de uma visão mais generalizada de até onde queremos chegar com a internet no Brasil.

Até onde o Festival de Cannes vai ser usado para lançar e promover pessoas e agências ao invés de reconhecer os melhores trabalhos? Até onde cyber será responsável por mudar uma percepção inteira de um mercado, mesmo ela sendo ilusória? Acho que está mais do que na hora do Brasil abandonar essa estratégia e alinhar um discurso de só pensar de uma maneira: de fazer um trabalho consistente, trabalho de verdade que apareça de uma forma relevante no cenário mundial. Trabalho que os suecos fazem, por exemplo: eles criaram uma verdadeira escola de como fazer algo de verdade e brilhante. De ver a Crispin e a Goodby inovarem a cada campanha e querer descobrir como eles conseguem fazer aquilo? De mostrar que não se ensina internet transformando uma equipe inteira de offline em “criadores” de peças online de uma hora para a outra. As pessoas devem aprender na prática do dia-a-dia dos jobs, integrando os departamentos e enriquecendo os negócios de seus clientes.

Acredito que a categoria de Cyber é muito maior do que isso e tenho certeza que algumas agências e profissionais do Brasil também compartilham esse pensamento. Compartilham que a internet brasileira tem um futuro brilhante, verdade essa dita por alguns jurados internacionais que conversei por aqui.

O que realmente falta no Brasil é fazer com que as pessoas que trabalham com internet percebam a real necessidade de reavaliar alguns pontos, alguns conceitos e recomeçar um trabalho muito bem embasado para que daqui a alguns anos, tenhamos uma boa base para trabalhar. E uma base dessa não é montada de um dia para o outro.

Precisamos pensar em construir um mercado que faca com que aqueles dois brasileiros que ganharam o Young Creatives tenham orgulho de trabalhar, em um país aonde o trabalho é realmente respeitado. Assim, eles não precisariam depender do sonho de sair do país para ter um verdadeiro trabalho.

Vamos encarar a internet de uma forma séria, de uma forma verdadeira? Seria fabuloso que todos vocês pudessem fazer comentários e críticas a respeito desse assunto para que o país volte a ganhar o prestígio que tivemos um dia. Esse é o lugar do Brasil e devemos tomar um certa cautela em apoiar atitudes não pensadas por algumas pessoas desse meio.

Se isso não acontecer, o Brasil só tem a perder. Perde profissionais por não acreditar que podem fazer um trabalho consistente. Perde clientes porque eles não vivem de prêmios – vivem de produtos, vendas, serviços. O Brasil sai perdendo com tudo isso e só resta uma saída: cada um parar e pensar no que podemos fazer para mudar esse cenário e tentar reverter essa imagem desgastada de um país que, a cada ano que passa, perde mais credibilidade no nosso meio.

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Afinal uma entrevista com a Su Apelbaum

Talvez a profissional que individualmente mais leões levou este ano no festival e jurada do Cyber, a diretora de criação da Africa, Suzana Apelbaum, finalmente começa a ganhar o merecido espaço na impressa brasileira nessa entrevista para o Propaganda e Marketing.

Ela conta sobre a rigidez dos critérios de julgamento da categoria esse ano e fala sobre a ‘decepção’ da performance brasileira que ficou apenas com 9 leões em Cyber (mais do que qualquer outra categoria).

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