Afinal, qual é mesmo a diferença entre Orkut e Facebook? O Estadão explica – gráfico

Que o Orkut só é popular no Brasil, a maioria das pessoas que trabalha com comunicação já sabia. E sabia também que no país está havendo um enorme êxodo do Orkut para o Facebook. Na minha auto-explicação científica favorita, redes sociais são como botecos: não importa se o lugar é legal, você vai porque seus amigos estão lá.

Mas há diferenças sim, além dos amigos, que separam Facebook e Orkut. Você sabe precisar quais são? O Estadão montou esse gráfico comparativo para explicar – clique para ampliar. (Via edição impressa do Estado de S. Paulo de 14/2/2011).


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Os 20 anos de celular no Brasil e a revolução da mobilidade

Em 1990 começava a história dos celulares no Brasil e ter uma linha móvel era luxo para poucos. 20 anos depois, são quase 198 milhões de linhas em operação no país com cobertura em 99,6% dos municípios. Mas a mudança principal não é cobertura ou quantidade de linhas disponíveis, mas o que o aparelho de ‘telefone’ celular representa hoje. O que em 96 era um aparelho que servia ‘apenas’ para falar, hoje se transformou em um dispositivo multifuncional conectado à internet, e isso muda tudo. O Brasil já conta com 5 milhões e 800 mil assinantes de dados (3G) e mais 13 milhões de celulares compatíveis com rede de dados, num momento em que a mobilidade deixa ser exclusividade dos ‘telefones’ e começa a ganhar dimensões maiores nos tablets e netbooks 3G, confundindo e misturando cada vez mais o que faz cada aparelho. PC? Celular? Tablet? TV? Não importa mais como você chama o dispositivo, importa é como você usa. (Via Link do Estadão)

Você acha que avançamos muito? A brincadeira está só começando.

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O Eleitor tem a Força. Coluna de Dora Kramer hoje no Estadão

Vale a pena ler a análise de Dora Kramer publicada hoje em sua coluna no Estadão (e reproduzida abaixo) sobre o resultado das urnas. Independente do que diziam as pesquisas, as urnas falaram e mostraram que mais de 20 milhões de pessoas escolheram uma terceira via, a de Marina. A escolha não reflete necessariamente uma convicção pelo verde, nem pelas propostas da candidata do PV, mas claramente uma insatisfação com os caminhos representados por Dilma e Serra. Agora a questão é saber com quem estes eleitores irão seguir e isso é o que vai decidir o(a) novo(a) presidente do Brasil.

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Facebook no Brasil cresceu 524% em 12 meses e pode passar o Orkut em menos de um ano

8,2 milhões de brasileiros visitaram o Facebook em julho deste ano. Um crescimento de 524% com relação ao mesmo mês no ano passado, segundo o ComScore. A rede social mais usada no Brasil continua a ser o Orkut com 28,9 milhões de brasileiros que acessaram o site no mesmo período. Mas o crescimento do Orkut foi de apenas 27%, o que indica que se o Facebook mantiver o mesmo ritmo de crescimento irá passar o Orkut em menos de 1 ano. E foi isso exatamente o que aconteceu na Índia, onde o Orkut era líder e foi passado este ano pelo Facebook.

No ranking dos maiores usuários de redes sociais do mundo, o Brasil está colocado em 5º lugar: 1º EUA; 2º China; 3º Alemanha e 4º Rússia. (Via Estadão)

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Internet e a previsão de desaparecimento

Ainda no tema do que está acontecendo com a internet e o que está acontecendo com as nossas mentes expostas ao uso da rede por mais de uma década, vem este interessante artigo de Steve Lohr, colunista de tecnologia do New York Times, publicado no Estadão de hoje.

Lohr reflete sobre as recentes declarações de Chris Anderson e Michael Wolff na Wired Magazine de que a Web estaria morta uma vez que  navegamos menos e menos pela Web livre e cada vez mais fazemos uso de aplicativos e plataformas fechadas. Lohr  argumenta que o surgimento de novas mídias sempre modificou as anteriores mas não acabou com elas e que agora estaríamos vendo o mesmo fenômeno acontecer aqui.

No meu ponto de vista, o argumento de Nicholas Narr de que estaríamos ficando burros com a internet, e os de Anderson, Wolff e Lohr, na realidade são partes do mesmo contexto. A super-exposição de informação e possibilidades a qual estamos expostos está fazendo com que busquemos simplificar nossas opções de consumo de mídia e serviços e otimizar nosso tempo. Justamente porque estamos sobrecarregados e nos sentido burros, estamos caminhando para concentrar nossas atividades em grandes estruturas unificadas como Facebook, Twitter e aplicativos, tentando assim concentrar nosso tempo em um pouco menos de atividades ou menos interfaces e assim nos sentirmos menos perdidos e, quem sabe, menos burros. (A quantidade de ‘menos’ na frase é proposital. Falei sobre ‘Menos é Menos’ neste artigo para a Pix).

A discussão é interessantissima e ela parece estar basicamente começando.

Vale a pena ler o artigo de Steve Lohr publicado hoje no Estadão e reproduzido abaixo.

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A Web está nos emburrecendo?

Estamos todos atordoados com o overflow de informação e vivemos a Economia da Atenção: consequência da saturação dos meios e democratização das ferramentas de publicação. Crianças tomando remédio nas escolas porque não conseguem manter a atenção por períodos mínimos gerando problemas de comportamento: descompasso entre o método de ensino e os dias de hoje. Ecossistema midiático molda a maneira como programamos nosso cérebro o que explicaria a forma diferente de pensar das gerações: largamente documentado. Capacidade de ser multitarefa e se adaptar a tantas atividades paralelas: uma questão de tempo, algo que as novas gerações vão conseguir fazer.

Bem… não é exatamente assim que pensa Nicholas Carr e não é o que ele defende em seu novo livro, ‘The Shallows, What the Internet is Doing to our Brains‘, onde pondera que na realidade a internet está reprogramando nossos circuitos neurais de uma forma emburrecedora, efetivamente tirando a nossa capacidade de concentração por longos períodos e que, da forma que o conteúdo da Web está disposto (dividido entre tantos estímulos), estaríamos efetivamente nos emburrecendo enquanto humanidade.

A entrevista com ele publicada hoje no caderno Link do Estadão dá uma boa idéia da sua visão e do que ele pensa que esteja efetivamente acontecendo. Vejam que Carr não é um cara que pode ser considerado retrógrado ou reacionário. Ao contrário, ele é um consagrado autor de tecnologia e escreve sobre o assunto há anos.

Sem ainda ter lido o livro dele, os argumentos me parecem muito relevantes e acredito que ele está certo em boa parte do que diz, ao menos com relação ao que foi publicado nesta matéria (reproduzida abaixo).

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Um quinto da geração Y (nascidos a partir dos 80s) já chefia equipes no BR

Se você tem até 30 anos, be proud, pois 1/5 da sua geração (Y) já chefia equipes pelo Brasil afora, segundo pesquisa da Hay Group. Se você não é, read on.

Considerada a geração ‘digital’ que já cresceu com computadores e internet à sua volta, sua chegada à vida adulta e ao comando nas corporações vem sendo aguardada com muita expectativa, esperando-se que seu modo de pensar e encarar o mundo, mude também as empresas e demais instituições. Bom, eles estão chegando ao poder. Será que virão mudanças?

Nosso colega Marco Gomes, da Boo-Box, ajuda a responder. 🙂

Veja a matéria sobre o assunto publicada hoje no Estadão.

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