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Como fazer dinheiro com a internet – infográfico

December 6, 2010 Tags: , , , Comments Off 5,362 views

Este infográfico da F@stCompany tenta resumir em uma tela as diferentes formas de se fazer dinheiro atualmente usando a internet. O texto introdutório do gráfico diz (em livre tradução): “Graças à internet, o dinheiro agora é de graça, se você for esperto o suficiente para saber onde procurar por ele. Ou se você não é esperto, mas tem um amigo inteligente que te mostrou este infográfico.” Pois bem, tá aí o gráfico pra vocês. E o “amigo inteligente” que me mostrou o gráfico foi a Debora Schach no BlueBus.


Aos poucos, tijolo sobre tijolo, o trabalho da Associação Brasileira de Agências Digitais (ABRADi) vem sendo construído e estabelecendo conquistas importantíssimas para o mercado digital brasileiro. O ‘aos poucos’ não é uma crítica. Ao contrário, é uma constatação da dificuldade que é organizar tamanho grupo de empresas e profissionais em um país da extensão do Brasil, vista pelos olhos de quem acompanha e apoia este tipo de iniciativas desde os primórdios da Web comercial brasileira, como eu próprio pude constatar nos idos anos da PROMIT (Associação Nacional dos Profissionais de Mídias Interativas) da qual fui fundador e gestor no final dos anos 90, e mais recentemente acompanhando a própria formação da ABRADi.

Esta semana, a APADi (regional paulista da associação) lançou o Manual de Serviços Digitais, um documento de 15 páginas oferecendo informações gerais sobre serviços digitais com tabelas-referência de preços para os tipos de serviço mais prestados, como criação e produção de sites, campanhas e redes sociais.

O documento traz valores mais próximos da realidade do mercado paulista e, como qualquer tabela, não é para ser tomado ao pé da letra, mas oferece ao mercado, clientes e fornecedores, um guia importante para orientar a prática comercial.

No ano passado, a mesma APADi ofereceu para o mercado o Documento de Concorrência e Avaliação, que “reúne dicas práticas sobre como contratar a melhor agência digital para suas ações de Comunicação.”, segundo o site da associação.

Os dois documentos são itens indispensáveis na biblioteca de qualquer empresa atuante neste mercado, seja cliente ou fornecedor.

Site Manual de Serviços Digitais [Clique aqui pra baixar o PDF]
Site Concorrência Digital [Clique aqui pra baixar o PDF]

É  o que diz a 7ª edição do F/RADAR, pesquisa semestral encomendada ao Datafolha pela F/Nazca sobre o estado da utilização de internet no Brasil. Nesta edição, pela primeira vez, a pesquisa levantou o universo de games e identificou que 90% dos jovens desta mesma faixa etária jogam regularmente algum tipo de jogo. Somos 81,3 milhões de usuários de internet no Brasil, 54% da população com mais de 12 anos (corte da pesquisa). Quase 1/3 (27%) dos brasileiros atualmente possuem banda larga em casa. Na divisão das classes, 73% das classes A e B acessam de casa, sendo que o número cai para 24% na classe C. A relação com fazer compras pela rede (comércio eletrônico) e ter acesso domiciliar parece direta: 33% de brasileiros com acesso domiciliar e 25% da população usando o ecommerce.

Veja o post no site da F/Nazca com mais informações e faça o download do relatório completo da 7ª edição do F/RADAR , com 90 páginas.  Via Fernand Alphen no Meio&Mensagem de 29/11/10. Matéria abaixo.

Clique para ampliar

A Exame edição 978 do dia 20/10/10 publicou uma excelente matéria chamada ‘A Classe C Cai na Rede’ que fala sobre a digitalização da nova classe média brasileira como a utilização da internet está mudando suas vidas. Infelizmente não encontrei uma versão online da íntegra da matéria, mas reproduzo abaixo um gráfico resumo sobre as mudanças entre 2006 e 2009. Os dados foram plotados com base em estudos realizados pela Razorfish, Agenciaclick Isobar, FGV, Data Popular e e-Bit.

Ainda no tema do que está acontecendo com a internet e o que está acontecendo com as nossas mentes expostas ao uso da rede por mais de uma década, vem este interessante artigo de Steve Lohr, colunista de tecnologia do New York Times, publicado no Estadão de hoje.

Lohr reflete sobre as recentes declarações de Chris Anderson e Michael Wolff na Wired Magazine de que a Web estaria morta uma vez que  navegamos menos e menos pela Web livre e cada vez mais fazemos uso de aplicativos e plataformas fechadas. Lohr  argumenta que o surgimento de novas mídias sempre modificou as anteriores mas não acabou com elas e que agora estaríamos vendo o mesmo fenômeno acontecer aqui.

No meu ponto de vista, o argumento de Nicholas Narr de que estaríamos ficando burros com a internet, e os de Anderson, Wolff e Lohr, na realidade são partes do mesmo contexto. A super-exposição de informação e possibilidades a qual estamos expostos está fazendo com que busquemos simplificar nossas opções de consumo de mídia e serviços e otimizar nosso tempo. Justamente porque estamos sobrecarregados e nos sentido burros, estamos caminhando para concentrar nossas atividades em grandes estruturas unificadas como Facebook, Twitter e aplicativos, tentando assim concentrar nosso tempo em um pouco menos de atividades ou menos interfaces e assim nos sentirmos menos perdidos e, quem sabe, menos burros. (A quantidade de ‘menos’ na frase é proposital. Falei sobre ‘Menos é Menos’ neste artigo para a Pix).

A discussão é interessantissima e ela parece estar basicamente começando.

Vale a pena ler o artigo de Steve Lohr publicado hoje no Estadão e reproduzido abaixo.

Numa era de muito conteúdo e pouco tempo, em meio à cultura do ‘grátis’, uma questão vital preocupa os veículos: se os meios tradicionais de remuneração do conteúdo encolheram, e ainda faltam novos modelos de receita, como fica a sobrevivência da mídia? E qual nosso papel como leitores, marcas e anunciantes no futuro da produção intelectual?

Com esta palestra apresentada pela primeira vez no DigitalAge 2.0 2010, eu tentei responder a esta e outras questões sobre o que rege a dinâmica do ‘sucesso’ nos meios digitais.

Meus #15anosdeinternet

August 3, 2010 Tags: , , , 8 comentários 5,050 views

Não sei exatamente quando é a data de aniversário da internet comercial (Web), mas aproveitando o #tag dos #15anosdeinternet que está rolando no Twitter hoje, resolvi desencavar alguns trabalhos pré-históricos meus da época. Desde coisas freelancer em 1995 até os primeiros trabalhos com equipes na Medialab e na antiga 10′Minutos. :)

Site American Express University - Agency.com 1995

Site Jornal do Brasil - MLS 1995

Site Biquini Cavadão - MLS 1996

Site Shell do Brasil - Medialab 1996

MantelMedia - Medialab, 1996

Site Ronaldo Fenômeno - 10'Minutos, 1997

A internet comercial .COM faz 25 anos hoje

March 15, 2010 Tags: , , Comments Off 2,882 views

15 de março de 1985 pode ser considerado o aniversário da internet comercial pois é a data em que o primeiro domínio .COM (criado para denominar justamente o endereço de empresas) foi registrado. O primeiro .COM pertenceu à fabricante de computadores americana Symbolics, mas logo em seguida, empresas como AT&T e IBM também registram seus endereços. O uso inicialmente era basicamente para a troca de emails. Anos mais tarde, em 1993, a internet dava outro passo importante com o início da expansão da Web. O resto da história, a gente conhece.

Veja a matéria publicada hoje no Estadão, reproduzida abaixo.

A minha palestra de hoje no #Digitalks já está online

March 9, 2010 Tags: , , , , Comments Off 3,315 views

Para os que tiveram presentes e aqueles que não puderam estar e tiverem interesse, aqui está a minha apresentação de agora há pouco no Digitalks aqui em São Paulo.

Relembrando o estouro da bolha, 10 anos atrás

March 8, 2010 Tags: , , , , , Comments Off 3,746 views

Nesta quarta-feira completaremos 10 anos passados do dia ‘E’, o dia em que a bolha da supervalorização das ações de internet da Nasdaq ‘explodiu’. Entre mortos e feridos, muitas empresas perdidas pelo caminho, mas os players daquela época estão praticamente todos salvos e com muito aprendizado. O Estadão publicou hoje uma matéria sobre o que foi esta época e o comparativo do que mudou de lá pra cá que vale a pena ler.