A tecnologia PLC (Power Line Communications) utiliza a rede elétrica instalada para levar banda larga ao consumidor final. No caso do Brasil, 97% da população está conectada à rede. Mas não bastam os cabos para levar dados para as pessoas, é necessária a instalação dos roteadores pela malha e muitos apontam esse como sendo o grande fator dificultador para a implementação do serviço, o que me deixa cético com relação à uma explosão da sua oferta para os consumidores. Investimento por investimento também é possível se pensar em levar internet através de redes sem fio (rádio) para estas comunidades (TV a cabo e telefonia, por sua vez, estariam em desvantagem por demandarem um investimento muito maior) e vemos isso acontecendo de forma bastante moderada.
A grande vantagem da PLC sobre as demais estaria na realidade nas velocidades de acesso conseguidas por este tipo de conexão: 20 Mbp/s para começar a brincadeira, podendo chegar a 200 Mbp/s.
Leia a matéria publicada no Estadão de hoje sobre o assunto.
10’MINUTOS SEPARA MÍDIA DE DESENVOLVIMENTO E CRIAÇÃO Operação exclusiva de mídia se chamará 10 Mídia, enquanto as áreas de desenvolvimento e criação passam a integrar a Ogilvy Interactive
São Paulo, 03 de Março de 2008 – A 10’Minutos S.A., agência de marketing digital dos sócios Gaston Taratuta, Michel Lent e Stanlei Bellan, anuncia a separação de seus negócios de mídia das operações de desenvolvimento e criação. Com a separação, Gaston Taratuta, sócio também do grupo IMS, que tem atuação nos Estados Unidos e em outros países da América Latina, ficará responsável pela operação que se dedicará a auxiliar agências e anunciantes em estratégias e execução de mídia digital e passará a se chamar 10 Mídia. Após a separação, as áreas de desenvolvimento e criação, lideradas por Michel Lent e Stanlei Bellan, passarão a integrar a OgilvyInteractive, braço digital do Grupo Ogilvy.
Matéria de hoje publicada pelo Estadão, que traz foto da minha querida amiga e editora da Pix, Bia Granja (@biagranja), compara o Twitter com o Second Life.
Para mim, é indicação que de que a ferramenta está chegando ao mainstream e pode, em breve, chegar nas capas das principais revistas brasileiras, assim como o Second Life.
A diferença aqui é que, para mim, o Twitter veio para ficar. Da mesma forma que eu falei logo de cara que o Second Life era fogo de palha e levei até pedrada na época.
Veja abaixo a matéria do Estadão no caderno de economia de hoje sobre o uso do Twitter pelas empresas no Brasil.
No último programa sobre lan houses do Central da Periferia, a história de Naná, a empregada doméstica que começou a usar a internet na casa da patroa.
A notícia da inauguração das operações das Casas Bahia na Web correu solta pela internet nos últimos dias e, apesar da importância, achei que não teria relevância mais um post no mar.
O que realmente me pareceu relevante foi a ação agora anunciada de que as Casas Bahia já estariam focando em publicidade nas lan houses, principais pontos de entrada para as classes C e D na internet. A idéia parece ser o uso de adesivos sobre os monitores de alguns estabelecimentos com imagens relacionadas às Casas Bahia. Um movimento mais do que adequado quando se considera o posicionamento da empresa no mundo ‘real’.
Mais bacana do que a ação em si, me parece ser a possibilidade da iniciativa ajudar a abrir os olhos de outros anunciantes para o poder da internet mesmo junto às classes mais populares.
Há alguns meses atrás, os perfis mais seguidos eram todos de indivíduos comuns. Atualmente o ranking está dividido entre empresas, celebridades do mundo ‘real’ e celebridades digitais. A tendência, na medida em que o Twitter vá se popularizando ainda mais, me parece ser a de que mais empresas e grandes celebridades encabecem estas listas, fazendo com que as celebridades digitais caiam mesmo para o longtail.
O presidente da Garage fala sobre o acordo entre sua empresa e a agência Talent e suas expectativas para o mercado interativo em 2009 em entrevista para o AdNews.
Segundo o IBOPE/NetRatings, visualização de páginas da categoria cresceu mais de 600% entre os meses de agosto e outubro de 2008, quando a crise financeira internacional atingiu seu ponto mais agudo até agora.
O Internet Release de Outubro 2008 do IBOPE mostrou ainda que o tempo de navegação médio do brasileiro continua crescendo, tendência que se observa de forma ininterrupta desde que a medição se iniciou em outubro de 2000, quando o tempo em torno de 7 horas por mês, contra as quase 25 horas atuais.
Veja o resto do release e outras informações gratuítas no site do Almanaque Ibope.
Apesar de o total investido pela agência este ano no meio ter ficado ainda na casa dos 6% do bolo total, o movimento e o investimento devem ser vistos de forma muito positiva pelo mercado e servir como referência para outras agências e anunciantes do País.