Esse negócio de criativo usando Mac em agência não é mesmo de hoje. Veja nessa foto que o pessoal da Sterling Cooper, agência dos anos 60 retratada no seriado MadMen, já usava MacBooks desde aquela época. (Via Jacqueline Lafloufa no BlueBus)
Em uma das melhores fases de sua publicidade a Apple rodou a campanha “Get a Mac” toda baseada em filmes simplérrimos em que dois atores (I’m a Mac, I’m a PC) conversavam. Criada pela TBWA\Media Arts Lab em 2006, contou com os extraordinários John Hodgman como o PC e Justin Long representando o Mac, conseguindo simbolizar de forma hilária e muito sarcástica a ‘tensão’ entre os mundos (e usuários de Mac e PC).
O último comercial desta fase foi ao ar no ano passado e os filmes já deixaram saudades. Como despedida, o pessoal do podcast OneMoreThing fez uma coletânea de quase 4 minutos com os melhores momentos da campanha.
January 24, 2009•Tags: apple, mac•Comments Off•1,950 views
Há exatos 25 anos, em 24 de janeiro de 1984, chegava às lojas o Macintosh 128k, custando US$ 2495. Começava assim a bem-sucedida trajetória da Apple no mundo dos computadores pessoais. Ainda que seu marketshare tenha se mantido tímido e pouco popular ao longo destes anos, a empresa se tornou inquestionavelmente admirada em todo o mundo.
O trabalho da Crispin+Porter, recém-escolhida como nova agência da Microsoft e com a complicada missão de transformar a imagem da empresa em algo positivo, parece já estar dando certo. Eu pelo menos gostei bastante do (que parece ser o) primeiro filme que eles lançaram rebatendo a fortíssima campanha da Apple Mac x PC. Neste filme não há estereótipos. Os PCs são gente de todo o tipo e de todos os lugares do mundo.
A velha briga Mac X PC é velha mesmo. Olha aí a comparação feita pela revista MacAddict em seu primeiro exemplar, de 1996. Já estavam lá o usuário PC careta e o Mac moderninho.
No primeiro trimestre de 2008 as vendas de Mac no mercado americano representaram 66% de todos os computadores com valor acima de 1000 dólares vendidos. O número cai para 14% se levarmos em conta todos os modelos.
De todas as formas, o movimento aponta para uma mudança radical no tradicional cenário minoritário da Apple no mundo dos computadores pessoais