Na edição 4 da segunda temporada, o Podcrer fala de Windows Mobile, Icecream Sandwich Android, a venda do Skype para a Microsoft e um tanto mais. Esta semana com Michel Lent, Vicente Tardin, Breno Masi e o convidado especial, Raul Medici Ferreira.
Assine o Podcrer:
- Clique aqui para assinar o podcast pelo iTunes
Produção do Podcrer:

A partir de agora, vamos ter o prazer de apresentar também no MobilizadoBlog, o Podcrer, podcast criado por mim e Vicente Tardin em 2007 e que agora chega a sua segunda temporada, apresentado também por Breno Masi. Em sua primeira temporada, o Podcrer chegou a ser considerado um dos principais podcasts brasileiros sobre o mercado de comunicação digital.
Neste episódio o Podcrer discute a perda de privacidade ocasionada pela localização dos dispositivos móveis e muito mais.
Assine o Podcrer:
- Clique aqui para assinar o podcast pelo iTunes
Produção do Podcrer:

Neste episódio: Estamos numa nova bolha? Facebook vale o que dizem? Microsoft/Nokia estão mortas? E o Facebook, pode ser superado? A Apple vive sem Steve Jobs? Afinal, iPad é computador? Quanto imposto deve pagar? Como trabalhar com novas plataformas? Os novos sobrinhos agora desenvolvem apps? Quem lembra do WAP? Convidado especial Léo Xavier.
Link: Morte Aos Sobrinhos (1998)
Sim, é verdade! Estamos de volta. Podcrer 2, nova temporada, novo formato, nova turma. Michel Lent, Vicente Tardin e Breno Masi nesta nova temporada vão falar sobre o mundo de oportunidades do mercado digital, com muito papo sobre mobile marketing, Apple e novas plataformas.
Assine o Podcrer:
- Clique aqui para assinar o podcast pelo iTunes
Links deste programa:
- iPad Year One
- Amplitube iRig
- Apps4Kids
Produção do Podcrer:

Nesta última terça-feira estive em Belo Horizonte para falar no 13º Encontro Locaweb onde apresentei a palestra ‘As Mídias Digitais Integradas: Do Celular à TV, Sem Escalas’, que mostra como é semelhante o processo de pensamento e desenvolvimento para as diferentes telas e como cada vez mais o que importa é a relevância do que estamos fazendo em detrimento da cada vez maior sensação de falta de tempo.
Semana que vem, a caravana segue para Salvador.
Numa era de muito conteúdo e pouco tempo, em meio à cultura do ‘grátis’, uma questão vital preocupa os veículos: se os meios tradicionais de remuneração do conteúdo encolheram, e ainda faltam novos modelos de receita, como fica a sobrevivência da mídia? E qual nosso papel como leitores, marcas e anunciantes no futuro da produção intelectual?
Com esta palestra apresentada pela primeira vez no DigitalAge 2.0 2010, eu tentei responder a esta e outras questões sobre o que rege a dinâmica do ‘sucesso’ nos meios digitais.
Me perguntaram no http://www.formspring.me/lent. Eu transformei em post.
Algumas dicas:
(1) Não tenha medo de começar por baixo. Comece por onde der e vá subindo. Agarre a primeira oportunidade que passar pela sua frente.
(2) Olhe para áreas que não estejam muito saturadas, onde pode ser mais fácil encontrar espaço. Exemplo: planejamento ao invés de direção de arte. Cliente ao invés de agência.
(3) Esquente a cadeira. Não pule de galho em galho trocando de emprego a cada x meses. Encontre um lugar, um projeto e faça ele acontecer antes de seguir adiante.
(4) Estude com diversidade. Consuma todo tipo de mídia de forma indiscriminada. Conheça de MadMen aos indicados para o paredão da semana no BBB.
(5) Encare o desafio da publicidade de verdade. Olhe para o Brasil, pense grande, pense em efetividade. Não se contente com o mundo das sacadinhas que só servem para quem sacou. Publicidade é propaganda. Propaganda é povo, é volume, é massa.
(6) Reinvente a maneira de se fazer publicidade. A era é agora e a oportunidade é sua, é nossa, é de quem quiser, quem vier.
Segundo Edward Boches, CEO da agência Mullen de Boston – EUA:
(1) Qual o futuro da propaganda?
(2) O que vc está fazendo para assegurar sua sobrevivência?
(3) Qual o seu critério para contratar pessoas?
(4) Qual é a sua definiçao de um time criativo?
(5) Quais as 5 idéias criativas recentes que nao sao anúncios?
(Via BlueBus)
Matéria de hoje publicada pelo Estadão, que traz foto da minha querida amiga e editora da Pix, Bia Granja (@biagranja), compara o Twitter com o Second Life.
Para mim, é indicação que de que a ferramenta está chegando ao mainstream e pode, em breve, chegar nas capas das principais revistas brasileiras, assim como o Second Life.
A diferença aqui é que, para mim, o Twitter veio para ficar. Da mesma forma que eu falei logo de cara que o Second Life era fogo de palha e levei até pedrada na época.
Veja abaixo a matéria do Estadão no caderno de economia de hoje sobre o uso do Twitter pelas empresas no Brasil.

Em entrevista para o Meio&Mensagem desta semana.

