Relatório Aorta/.Mobi de Inteligência do Mercado Mobile (2º SEM. 2011)

A Aorta, uma das principais forças mobile do país e a mais nova integrante do Grupo.Mobi, publicou recentemente seu Relatório de Inteligência do Mercado Mobile, onde analisa os principais acontecimentos do mercado mobile brasileiro e internacional do último semestre. O resultado do estudo é um abrangente retrato do que está acontecendo no mercado mobile e importante fonte de consulta. O documento está estruturado em formato de ‘white paper’ com versão em PDF e está disponível para download gratuito no link abaixo. (Via Mobilizado)

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Internet brasileira bate barreira do 1 Bi de investimento, mas não dá pra comemorar

A pesquisa do Inter-Meios aponta o investimento publicitário no Brasil teve um crescimento geral da categoria de 19,2% entre janeiro e novembro de 2010, um resultado excelente para o mercado publicitário em geral, principalmente se comparado ao primeiro semestre de 2009 quando o mercado havia crescido apenas 1% em pena crise economica global.

Dentre os últimos números, a internet mais uma vez aparece como meio onde o investimento mais cresceu (28,1%), o que não chega a surpreender uma vez que esta tem sido a tônica da evolução do meio desde que ele começou a ser medido pelo Inter-Meios. Ao contrário, já houve períodos em que a internet chegou a quase 50% de crescimento, como em 2008.

O que pode se observar de positivo em relação à internet nesta última pesquisa é a quebra da emblemática barreira do R$ 1 BI em faturamento publicitário no segmento, o que é sem dúvida uma marca importante, mas dificilmente dá pra se comemorar se olharmos o percentual que o meio digital ainda representa do bolo total.

O número do final de 2010, num país que mais de 1/3 da população tem acesso à internet (mais de 90 milhões de pessoas), o percentual do investimento publicitário dedicado ao meio ainda continua abaixo dos 5% do bolo. Para ser mais preciso, chegamos agora a 4,8%. E na casa dos 4% tem estado nos últimos anos.

Claro que sabemos que a pesquisa não mede com precisão os investimentos feitos no meio e que há muita coisa sendo deixada de fora nesta conta, mas se você considerar o Inter-Meios como uma amostragem do mercado e uma pesquisa com metodologia consistente vai concordar que efetivamente avançamos pouquíssimos nos últimos 5 anos em termos de investimento, enquanto o uso de internet e ferramentas digitais no período só cresceu em  quantidade de usuários e tempo de uso.

E daí, volta a questão de sempre quando sai o Inter-Meios e olhamos o seu resultado. Por que ainda temos tanta discrepância entre uso e investimento no meio e o que fazer pra mudar essa realidade?

Veja mais detalhes sobre a pesquisa no site do Intermeios.

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As 10 palavras em português mais usadas no LinkedIn (todas obviedades)

Com o aumento do número de usuários com perfis em português no LinkedIn, passou a ser possível fazer uma série de análises, entre elas, a lista com as 10 palavras mais usadas nos perfis, publicada no blog da rede. Surpresa ou não, da primeira a última são todas obviedades, o que prova que mais do que nunca, é importante ser ‘inovador’ em tudo o que fazemos, para gerar ‘valor agregado’ e mostrar como somos ‘motivados’, ‘pró-ativos’ e ‘empreendedores’.

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O Cyber Brasileiro Morreu. Viva o Cyber Brasileiro! – Palestra

Acabei passando batido e esqueci de publicar a minha palestra ‘O Cyber Brasileiro Morreu. Viva o Cyber Brasileiro!’ que apresentei em agosto deste ano no FIND – Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital, no Rio de Janeiro. Na minha palestra, tento apontar por que o Brasil vem se saindo tão mal nas premiações da categoria cyber nos festivais de publicidade internacionais, em especial Cannes, onde este ano o país inteiro um único e pífio leão de bronze (em 2007 foram 9). Será que é um problema do país? Ou será um problema da categoria cyber?

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APADi lança seu Manual de Serviços Digitais e mercado passa a ter balizador de preços

Aos poucos, tijolo sobre tijolo, o trabalho da Associação Brasileira de Agências Digitais (ABRADi) vem sendo construído e estabelecendo conquistas importantíssimas para o mercado digital brasileiro. O ‘aos poucos’ não é uma crítica. Ao contrário, é uma constatação da dificuldade que é organizar tamanho grupo de empresas e profissionais em um país da extensão do Brasil, vista pelos olhos de quem acompanha e apoia este tipo de iniciativas desde os primórdios da Web comercial brasileira, como eu próprio pude constatar nos idos anos da PROMIT (Associação Nacional dos Profissionais de Mídias Interativas) da qual fui fundador e gestor no final dos anos 90, e mais recentemente acompanhando a própria formação da ABRADi.

Esta semana, a APADi (regional paulista da associação) lançou o Manual de Serviços Digitais, um documento de 15 páginas oferecendo informações gerais sobre serviços digitais com tabelas-referência de preços para os tipos de serviço mais prestados, como criação e produção de sites, campanhas e redes sociais.

O documento traz valores mais próximos da realidade do mercado paulista e, como qualquer tabela, não é para ser tomado ao pé da letra, mas oferece ao mercado, clientes e fornecedores, um guia importante para orientar a prática comercial.

No ano passado, a mesma APADi ofereceu para o mercado o Documento de Concorrência e Avaliação, que “reúne dicas práticas sobre como contratar a melhor agência digital para suas ações de Comunicação.”, segundo o site da associação.

Os dois documentos são itens indispensáveis na biblioteca de qualquer empresa atuante neste mercado, seja cliente ou fornecedor.

Site Manual de Serviços Digitais [Clique aqui pra baixar o PDF]
Site Concorrência Digital [Clique aqui pra baixar o PDF]

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As 100 marcas mais valiosas do mundo, segundo o Interbrand

A consultoria de marcas Interbrand divulgou seu ranking anual das 100 marcas mais valiosas do mundo. E, a despeito de todo hype que vivemos no mundo digital, a lista das mais valiosas continua encabeçada por marcas de ‘tijolos’. No top 10, apenas Microsoft e Google representam empresas de software ‘puro’. Um ótimo toque de realidade para iluminar nosso dia. (Via BlueBus)

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Reinventar uma agência nao é copiar outras agências

Muito legal o post da Patrícia Marinho no BlueBus sobre a questão da reinvenção das agências. Concordo totalmente, vale a pena ler.

#NBC2010 Reinventar uma agência nao é copiar outras agências 18:29
O último evento no NBC 2010 foi o debate sobre Agências em Transformaçao. No palco, Robert Riccardi e Gareth Kay, da Goodby, Guga Ketzer, da Loducca, e Carlos Eyer, da Santa Clara, e Marcelo Queiroz como moderador. Todos em geral tinham opinioes semelhantes sobre os temas propostos – para onde estao indo as agências, a funçao dos prêmios e a importância da colaboracao. Foi consenso que nao existe uma única verdade sobre a evoluçao do mercado. Mais cedo, a Goodby tinha reconhecido que mudou por medo. E mudou rápido – em apenas 2 anos. Por perceber o efeito que a Crispin teve no mercado e ver que nao seriam capazes de criar os mesmos tipos de soluçoes que a Crispin passou a oferecer. Ou seja, a Goodby mudou porque corria o risco de se tornar irrelevante. 14/09 Patricia Marinho

O cenário mudou, temos novas mídias, as linhas de on e off estao sumindo… Sem dúvida as agências precisam se reinventar. Mas a velocidade e a direçao da mudança variam em funcao da fisolofia da agência, independente do seu tamanho ou da sua origem. O certo seria identificar: no que aquele conjunto de pessoas que trabalha junto acredita? No que ele é realmente bom? A partir daí trabalha-se na busca do modelo que funciona, sem copiar outras agências que nao têm as mesmas pessoas, e busca-se parceiros certos para completar a agência nos serviços que ela nao consegue oferecer. Isso tudo sem esquecer de que a discussao do modelo é apenas um meio para se buscar as melhores ideias, as que têm força suficiente para serem mais do que um filme e sim um case criativo que se torne parte da cultura que gere vendas. 14/09 Patricia Marinho

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Meus #15anosdeinternet

Não sei exatamente quando é a data de aniversário da internet comercial (Web), mas aproveitando o #tag dos #15anosdeinternet que está rolando no Twitter hoje, resolvi desencavar alguns trabalhos pré-históricos meus da época. Desde coisas freelancer em 1995 até os primeiros trabalhos com equipes na Medialab e na antiga 10’Minutos. 🙂

Site American Express University - Agency.com 1995
Site Jornal do Brasil - MLS 1995
Site Biquini Cavadão - MLS 1996
Site Shell do Brasil - Medialab 1996
MantelMedia - Medialab, 1996
Site Ronaldo Fenômeno - 10'Minutos, 1997

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