Google, Facebook, Apple, Google, Facebook, yaaawn…

Minha coluna para a revista do último youPix fala sobre como cada vez mais nos dedicamos à poucas plataformas na internet e como cada vez menos a imprensa especializada fala de outro assunto…

Reparou que agora é assim? Só se fala dessas 3 empresas na mídia especializada sobre tecnologia. Aliás, em qualquer notícia  sobre tecnologia, é só do que se fala. Tem outra coisa pra falar?

Ah, sim. Tem o Twitter. E tem os problemas da Microsoft. Que a RIM (Blackberry) está perdendo mercado, que a Nokia não é mais a mesma, mas que a Motorola lançou um tablet. Fala-se de outras coisas por uns instantes e depois a notícia volta a ser sobre Google, Facebook, Apple, Google… Por quê?

Porque a gente está caminhando para um mundo cada vez mais de plataformas. Cada vez menos tem internet e cada vez mais tem propriedades, reparou? Google, Facebook e Apple são as 3 principais propriedades do mundo digital existentes atualmente, onde gastamos provavelmente 80% (ou mais!) do nosso tempo digital. É que na verdade essas 3 são mais do que propriedades, são ecossistemas.

Um ecossistema consiste em um ambiente propício para a vida, onde diversas espécies convivem e prosperam. E é isso exatamente que essas 3 principais marcas tão faladas no mundo da tecnologia oferecem atualmente.

O Google é o Google, mas ele compreende Android e seu universo de aplicativos, Gmail, YouTube, Google Maps, Google Earth, Orkut (só para os brasileiros), Picasa. O Facebook é a maior rede de relacionamentos do mundo, mas é também sinônimo de CityVille, FarmVille, MafiaWars, fanpages para as empresas e toda sorte de aplicativos desenvolvidos para ele… A Apple tem seu hardware único, mas é iTunes, 500 mil aplicativos na AppStore, AppleTV, iPhone, iPod… Entre a música, o e-mail, as mensagens, as fotos, os jogos, os vídeos e os relacionamentos, acabamos dedicando a maior parte do nosso tempo digital para esses 3 grandes ecossistemas.

Se isso é bom ou ruim? Difícil dizer. Por um lado é bom, porque o estabelecimento de um ecossistema permite que a vida prospere, e nesse caso a “vida” são os negócios que podem ser gerados a partir desses sistemas.

Milhares de empresas estão surgindo em todas as partes do mundo, e fazendo e vivendo de seus apps para iOS e Android, os aplicativos e iniciativas de marketing do Facebook, os plug-ins e aplicativos para Google Chrome. Por outro lado, o universo livre para a experimentação que a web nos proporcionou nestes últimos 15 anos parece estar ameaçado. Será que viveremos num mundo apenas de plataformas?

Até lá, tomara que surjam outras notícias pra falar que não sejam sobre Google, Facebook, Apple, Google, Facebook…

Leia Mais

Pix #33: E a conta do conteúdo? Quem vai pagar?

Na balada do acesso fácil, do download grátis, da exuberância do conteúdo, uma coisa bastante importante está sendo esquecida ou simplesmente não está recebendo a atenção devida: se ninguém pagar pelo conteúdo, como é que quem produz conteúdo vai pagar suas contas? Na medida em que os modelos ‘tradicionais’ de produção e distribuição de conteúdo vão parando de funcionar, ainda não temos necessariamente modelos que os substituam. E se não encontrarmos alternativas, periga chegarmos a um ponto onde não vai ter grana pra quem produz o que a gente gosta. E não vai dar pra viver só de gatinhos tocando piano no YouTube. Veja a minha coluna na Revista Pix #33.

Leia Mais

Pix #32: A boca-livre da social media – meu novo artigo na coluna LifeBits

Você blogueiro/twitteiro amigo que tem milhares de seguidores certamente já teve a sorte de entrar numa dessas e não há do que reclamar. Algo que já acontece há tempos e cada vez mais: ações de ativação trabalhando com pessoas influentes para falar de produtos e marcas.

É sobre esse assunto minha nova coluna para a Revista Pix # 32.

Pix #32 - Coluna LifeBits: A boca-livre da social media

PS: o crédito da foto saiu errado. A foto é de Luis Leão.

Leia Mais

Pix #31: A maldição da info-obesidade

Aqui está meu artigo para a Pix #31 tratando daquilo que tem tirado o nosso sono e ocupado nosso tempo de forma nem sempre proveitosa. Aquilo que até a pouco não tinha um nome, mas agora tem: info-obesidade.

A maldição da info-obesidade. Meu artigo para a Pix #31

Transcrição:
“Eu juro que ouvi essa expressão em uma palestra, mas não consegui achar depois procurando no Google – e, você sabe, se não está no Google não existe. Então considero que o termo passa a estar cunhado agora, e junto com o termo vai a definição: Info-obesidade – s.f. Excesso de informação, consumida pelas infinitas formas de mídia disponíveis no mundo contemporâneo.

Quem seriam os info-obesos? Basicamente todos nós, habitantes do mundo digital contemporâneo, com acesso aos inúmeros canais de informação que agora temos à nossa disposição. A verdade é que consumimos in-fi-ni-ta-men-te mais informação do que conseguimos processar ou digerir. E isso não é necessariamente bom. Não causa impactos visíveis à nossa figura, mas afeta forte as nossas cabeças.

Nós, info-obesos, estamos cada vez mais saturados de informação e cada vez mais rasos de conhecimento. É sim, você ouviu isso na TV, naquele comercial do Estadão (e em outros com discurso parecido), mas é a pura verdade. À medida que vamos consumindo mais e mais informação não vamos necessariamente ganhando mais conhecimento. Veja se você reconhece a cena. É 1 da manhã e você está com o notebook no colo. A TV ligada no finalzinho do Jô, que você assiste por pura inércia. Uma janela com o Twitter, outra com o MSN Messenger, 8 tabs abertas no seu Firefox, o Facebook, o leitor de RSS e o e-mail em algum canto. Você está morto de cansado e sabe que precisa ir dormir, mas ainda não terminou de percorrer todos os feeds de informação que você possui. Portanto, não dá pra desligar. Nada mais é produtivo, mas você continua ali, post depois de post, feed depois de feed, consumindo mais informação e ficando mais info-obeso.

Cadê o tempo para se aprofundar? Um post com mais de 2 parágrafos? Um vídeo com mais de 3 minutos? Um artigo de 2 páginas? Uma revista? Livro, nem pensar? Nas únicas 24 horas do seu dia, que tal trocar um pouco das calorias das informações pela nutrição do conhecimento? :)”

Michel Lent Schwartzman é publicitário interativo, mesmo nas horas vagas.

Leia Mais

Como fazer um viral perfeito? youPIX tenta responder

Para cada 1 viral legal que aparece por aí, milhões de outros vídeos passam anônimos sem que a gente tome conhecimento. A idéia no final das contas é que conseguir um viral é puro golpe de sorte e de que isso não é algo que se consiga produzir intenciolmente.

Mas é possível se estudar o tema e tentar descobrir quais os ‘ingredientes’ principais dos virais de sucesso. É o que o pessoal da youPIX Loading preparou para o evento ‘Como Fazer Sucesso na Web’ que rolou no último dia 3 de setembro aqui em São Paulo.

Um levantamento analisou 166 virais brasileiros de sucesso e procurou encontrar os principais itens em comum que podem ser a causa do sucesso.

Segundo o estudo, o viral ‘perfeito’ deveria ter vídeo, ser de humor, não durar mais do que 1:30 minutos, ser protagonizado por um homem adulto feio, não conter drogas ou sexo, ser filmado em um ambiente interno e mostrar alguma vergonha, burrice, coisa brega, algum sarro ou paródia.

E aí, vai tentar? 🙂 Veja a apresentação completa postada no Slideshare.

EM BUSCA DO VIRAL PERFEITO…

View more presentations from myPIX.

(Via @biagranja)

Leia Mais