SquareUp: isso muda tudo. De novo.

Não me resta qualquer dúvida de que os pequenos empreendimentos movidos ou viabilizados pela tecnologia é que são e cada vez mais serão o motor da economia no século XXI. E empresas como a SquareUP, serão as grandes propulsoras desta nova realidade. O SquareUP é um leitor de cartão de crédito para iPhone e iPad. Você não paga nada pelo leitor, não precisa de contratos, mensalidades ou nada do gênero. Apenas paga toda vez que usa o leitor. Basicamente uma versão física do Paypal. Isso muda tudo, de novo. Veja o site do SquareUp. Só evite de ver o comercial que eles disponibilizam lá. O produto é legal, mas o filme é das piores coisas que já vi. (Via @dtartaro)

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Como será a vida em 2050 pela visão do Smithsonian

Com 9 bilhões de pessoas habitando o planeta, a vida em 2050 certamente será muito diferente daquela que conhecemos. E para tentar desenhar como será esta vida, especialistas de diversas áreas foram entrevistados pelo Smithsonian e responderam à pergunta ‘como será a vida em 2050’, abordando questões climáticas, passando por tecnologia, religião, agronomia entre outros. O resultado foi um especial de 10 programetes em vídeo sobre o futuro em nosso planeta. (Via Silvio Meira).

O primeiro, sobre a vida nos grandes centros urbanos daqui a 4 décadas, pode ser visto aqui. Os demais seguindo este link.

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A Web está nos emburrecendo?

Estamos todos atordoados com o overflow de informação e vivemos a Economia da Atenção: consequência da saturação dos meios e democratização das ferramentas de publicação. Crianças tomando remédio nas escolas porque não conseguem manter a atenção por períodos mínimos gerando problemas de comportamento: descompasso entre o método de ensino e os dias de hoje. Ecossistema midiático molda a maneira como programamos nosso cérebro o que explicaria a forma diferente de pensar das gerações: largamente documentado. Capacidade de ser multitarefa e se adaptar a tantas atividades paralelas: uma questão de tempo, algo que as novas gerações vão conseguir fazer.

Bem… não é exatamente assim que pensa Nicholas Carr e não é o que ele defende em seu novo livro, ‘The Shallows, What the Internet is Doing to our Brains‘, onde pondera que na realidade a internet está reprogramando nossos circuitos neurais de uma forma emburrecedora, efetivamente tirando a nossa capacidade de concentração por longos períodos e que, da forma que o conteúdo da Web está disposto (dividido entre tantos estímulos), estaríamos efetivamente nos emburrecendo enquanto humanidade.

A entrevista com ele publicada hoje no caderno Link do Estadão dá uma boa idéia da sua visão e do que ele pensa que esteja efetivamente acontecendo. Vejam que Carr não é um cara que pode ser considerado retrógrado ou reacionário. Ao contrário, ele é um consagrado autor de tecnologia e escreve sobre o assunto há anos.

Sem ainda ter lido o livro dele, os argumentos me parecem muito relevantes e acredito que ele está certo em boa parte do que diz, ao menos com relação ao que foi publicado nesta matéria (reproduzida abaixo).

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Em tempos de telas sensíveis ao toque e celulares inteligentes, Apple passa Microsoft em valor de mercado

Apple passa Microsoft

A Apple passou a Microsoft esta semana, em valor de mercado. Pode ser visto como uma constatação técnica financeira, ou como reflexo de uma mudança nos hábitos de consumo de tecnologia. É início o fim do PC como principal dispositivo de acesso à informação. Viva o novo mundo.

Copy+paste do AdNews:

Apple bate Microsoft e se torna a maior de tecnologia
26/05/2010

O mercado tecnológico foi sacudido na quarta-feira (26) com a notícia de que a Apple superou a Microsoft em valor de mercado, tendo se tornado a número um do segmento. De acordo com a agência Reuters, as ações da empresa de Steve Jobs subiam 1% na Nasdaq cerca de uma hora antes do fechamento do pregão da Bolsa de Valores de Nova York, com seu valor de mercado a US$ 225,1 bilhões.

No período da ascensão da Apple, a rival viu suas ações declinarem em 2,2%, com valor de mercado em US$ 222,7 bilhões. Às 16h55 (de Brasília), as ações da Microsoft desceram mais 3,6%, enquanto as da Apple se mantinham estáveis.

A Apple se tornou a segunda maior companhia em valor de mercado, entre as que integram o índice Standard & Poor´s 500. A ponta ainda é do grupo de energia Exxon Mobil.

Revolução

Os resultados são um marco para Steve Jobs, que viu sua companhia quase falir na década de 1990, quando caiu no ostracismo. O valor das ações da Apple é hoje 10 vezes maior do que o praticado há uma década. Em 1997, a empresa chegou a aceitar um investimento de US% 150 milhões da própria Microsoft para se manter.

Mas, com o lançamento de produtos estilosos, como iPod, MacBook e iPhone, a companhia se recuperou com força. Já a Microsoft, cujo sistema operacional (Windows) está presente em 90% dos PC no mundo, não conseguiu atingir o mesmo crescimento, e viu as ações caírem 18% na última década.

Mudança cultural

Para o New York Times, o rápido crescimento da Apple frente ao declínio da rival também mostra uma alteração cultural, com o gosto dos consumidores sobreposto às necessidades dos negócios na conquista da liderança do mercado de tecnologia.

Por quase duas décadas a Microsoft dominou a relação entre consumidor e o PC, já que é detentora do pacote Office, o mais popular entre serviços de escritório. Porém, o NYT lembra que os teclados hoje deram lugar às telas sensíveis ao toque, e aos celulares inteligentes.

Com informações de Reuters e UOL

Redação Adnews

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