Na balada do acesso fácil, do download grátis, da exuberância do conteúdo, uma coisa bastante importante está sendo esquecida ou simplesmente não está recebendo a atenção devida: se ninguém pagar pelo conteúdo, como é que quem produz conteúdo vai pagar suas contas? Na medida em que os modelos ‘tradicionais’ de produção e distribuição de conteúdo vão parando de funcionar, ainda não temos necessariamente modelos que os substituam. E se não encontrarmos alternativas, periga chegarmos a um ponto onde não vai ter grana pra quem produz o que a gente gosta. E não vai dar pra viver só de gatinhos tocando piano no YouTube. Veja a minha coluna na Revista Pix #33.

Você blogueiro/twitteiro amigo que tem milhares de seguidores certamente já teve a sorte de entrar numa dessas e não há do que reclamar. Algo que já acontece há tempos e cada vez mais: ações de ativação trabalhando com pessoas influentes para falar de produtos e marcas.
É sobre esse assunto minha nova coluna para a Revista Pix # 32.

PS: o crédito da foto saiu errado. A foto é de Luis Leão.
Aqui está meu artigo para a Pix #31 tratando daquilo que tem tirado o nosso sono e ocupado nosso tempo de forma nem sempre proveitosa. Aquilo que até a pouco não tinha um nome, mas agora tem: info-obesidade.

Muito mais do que uma outra rede social, o Twitter está ajudando a inserir o mundo em uma nova era: a era Web em tempo real. Se o Google nos permite pesquisar o que existe publicado na internet, o Twitter nos mostra o que está acontecendo, agora.
Esse é o tema da minha coluna Lifebits na Revista Pix #30.

Com as redes sociais logo ali, quantas pessoas realmente você precisa ter na sua agenda? Leia minha coluna Life Bits na Pix #29.

Menos. Preciso de menos canais, menos possibilidades, menos informação. Me informo muito, mas quanto estou aprendendo?
Leia meu artigo da coluna Life Bits, na Pix #28.

Os tempos estão bicudos e a crise bate lá fora e aqui. Mas e se tentássemos ser mais positivos com relação à vida? Que tal dizer mais “SIM” para as opotunidades? Este é o tema do meu artigo na Pix #27.
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Nelson Motta fala hoje em sua coluna no Estadão, sobre a facilidade de se produzir música hoje em dia e como o mundo está sendo inundado com porcaria, uma vez que ficou muito simples e barato se produzir este tipo de conteúdo depois da digitalização da informação e o barateamento das ferramentas de produção.
Eu acrescento que, se isso vale para a música, certamente se estende para outros tipos conteúdo como fotografia e vídeo, e mesmo textos (blogs), podcasts, etc. Trata-se da democratização das ferramentas de produção em um mundo digitalizado.
Mas se é verdade que o acesso popular às ferramentas produz muito lixo (e produz mesmo), também considero verdade que da quantidade vem a qualidade. Essa democratização permite tanto o aparecimento de novos talentos, que antes não tinham acesso ou não chegavam aos filtros de publicação (gravadoras, editoras, jornais, etc), quanto também permite o aprimoramento da técnica. Vamos usar o exemplo da fotografia: para se aprender a fotografar é necessária muita tentativa e erro e, há pouco mais de 10 anos, errar significava gastar filme e dinheiro. Hoje quem tem interesse na fotografia, erra a vontade com sua câmera digital praticamente sem custo nenhum.
Concordo com o genial Nelson Motta que pode haver pouco horizonte no mundo de novidades da música e o mesmo valeria para as outras mídias mas acho que, no momento em que popularizamos e democratizamos tanto estas ferramentas estamos abertos à probabilidade de que coisas geniais apareçam de onde menos esperamos, simplesmente por uma questão estatística: da quantidade vem a qualidade.
Assim acredito eu, com todo respeito, Seu Nelson.
Leia a coluna do Nelson Motta abaixo.

Você conseguiu se desconectar na virada do ano?
E antes que você se pergunte quando chegar no final do texto, já te dou minha resposta: consegui sim.
Leia a minha coluna na Pix #26.
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A pergunta não é fácil de se responder. Mas eu consegui.
Leia minha coluna na Pix #25.
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