Em 3 anos o Twitter saiu de nada para 80 milhões de usuários com mais de 10 bilhões de mensagens com uma curva de crescimento impressionante e que não mostra sinais de diminuição em seu ritmo. O estudo mostra que a maioria esmagadora tem menos de 20 seguidores e fez menos de 20 posts. Um comportamento que na verdade é um reflexo da internet como um todo e não só do Twitter. O estudo foi feito pelo consultor Muhammad Saleem e o gráfico é do Mashable.
Segundo estudo da Barracuda Networks, o Twitter teria atingido seu pico em meados do ano passado e já estaria em declínio, tanto em número de novos usuários quanto o de usuários ativos. Isso quer dizer que a ‘moda’ do Twitter vai passar? A moda talvez, mas não necessariamente o serviço vai cair em desuso e, certamente, o formato de micro-blog veio para ficar. Que o diga Facebook, que incorporou o formato no ano passado. O Twitter estaria, digamos, atingindo sua maturidade.
No mesmo estudo, o Brasil aparece como segundo país no mundo com maior número de usuários (8,79% do total), mas bem atrás dos Estados Unidos (50,88%).
O Twitter atingiu seu 10.000.000.000 twit este mês e chegou a esta marca em pouco mais de 3 anos. O designer Muhammad Saleem criou este infográfico com especialmente para o Mashable.
E o Twitter continua, cada vez mais popular, graças ao BBB agora também na capa da Playboy, representado pela ilustríssima embaixatriz do Twitter, Tessália Serighelli ou simplesmente @twittess.
A edição vai estar ‘imperdível’, seja pelas fotos da moça ou por matérias importantíssimas como ‘Pegue mulher no Twitter hoje! Dicas infalíveis para deitar e rolar na rede social’.
Como a Domino’s pizza usou as redes sociais e pesquisas para reinventar a sua receita e tentar agradar seus consumidores (e principalmente os críticos).
E segundo o Ibope Nielsen, eles têm razão. Apenas 8,45% dos usuários no Brasil tem entre 12 e 17 anos. Será que a ferramenta é desinteressante ou simplesmente esse grupo tem mais o que fazer?
Modismo, ou nova ferramenta para o nosso dia-a-a-dia? Algumas razões para acreditar que o micro-blogging será parte das nossas vidas para sempre. Ou não.
Veja minha apresentação no F5 da AGADi, em Porto Alegre.