Como a Domino’s pizza usou as redes sociais e pesquisas para reinventar a sua receita e tentar agradar seus consumidores (e principalmente os críticos).
E segundo o Ibope Nielsen, eles têm razão. Apenas 8,45% dos usuários no Brasil tem entre 12 e 17 anos. Será que a ferramenta é desinteressante ou simplesmente esse grupo tem mais o que fazer?
Modismo, ou nova ferramenta para o nosso dia-a-a-dia? Algumas razões para acreditar que o micro-blogging será parte das nossas vidas para sempre. Ou não.
Veja minha apresentação no F5 da AGADi, em Porto Alegre.
Enquanto se ensaiava a gravação da matéria sobre redes sociais, parte do encontro no bar, a galera ‘tuiteira’ deixava rolar solto uma câmera em cima da mesa. Nenhuma grande revelação além do normal de bastidor, mas sem dúvida divertido. A questão agora é ver se o vídeo viraliza e ganha mais views do que a audiência do programa na TV.
Daria pra apontar uma série de pequenas incorreções na matéria, que chamou rede social de ‘uma ferramenta de comunicação’ e falou de Twitter enquanto misturava telas de Orkut e Facebook, mas o relevante é o que o tema ‘redes sociais’ chegou no Fantástico, o que significa o auge do mainstream brasileiro e isso é um marco relevante.
Segundo o registro do Twitterholic para o dia 19/4/09, o Fantástico (@showdavida) tinha pouco mais de 560 seguidores. Hoje, após a matéria, o número saltou para quase 4 mil. Aumento até pouco significativo, levando em consideração o tamanho da audiência total do programa, mas fácil de entender se formos pensar que o perfil médio de usuário do Twitter que forma um grupo infimamente menor do que a audiência da TV, ou não vê Fantástico ou não está interessado em seguir o programa. Seria legal ter acesso a alguma estatística que mostrasse o aumento no número de usuários do Twitter pós a matéria do Fantástico.
Certamente o efeito ‘Fantástico’ no Twitter vai ter suas consequências. Mas será que a popularização da ferramenta vai atrapalhar? Vamos precisar mudar para um ‘bar mais vazio’?
Video explicativo do que é e para que serve o Twitter. Bela linguagem visual, bem simples e direto. Veja outros da série Plain English aqui. Todos em inglês.
Pronto, chegaram os sistemas de anúncios dentro do Twitter no estilo AdSense. Você se cadastra e o bicho vai lendo o seu conteúdo e colocando anúncios contextualizado no meio dos teus tweets. Será que decola como modelo de negócio? Será que os followers vão aceitar os anúncios numa boa?
Me cadastrei no Magpie pra ver como funciona a ferramenta, mas não sei se o bicho fala português e vai entender as minhas tuitadas. Tem ainda o AdBird que, se não me engano, foi lançado primeiro e é feito pela galera brazuca do Boo-Box.
Vou testando a ferramenta de adtwitts por aqui e quando eu ficar milionário, conto para vocês.
É mais ou menos o que diz o tweet vindo de uma padaria de Londres. O tweet é disparado automaticamente cada vez que uma fornada está pronta, através de um aparelhinho chamado BakerTweet, inventado pela Poke London. Para os donos da padaria, a solução é perfeita. Ajuda a vender rapidamente a produção no seu melhor, exatamente quando saem do forno.
Excelente uso o Twitter para impulsionar vendas. KPIs mais definidos do que isso, impossível.
Veja a entrevista de Carri Bugbee para a Advertising Age sobre seu personagem ‘fake’ de Peggy Olson e como isso lhe fez pensar em abrir uma agência de publicidade para trabalhar apenas com filmes e séries no Twitter, a SupportingCharacters.com.
E já que estamos no tema, dê uma olhadinha também no Shorty Awards, um prêmio criado para os melhores produtores de conteúdos curtos.